sábado, 30 de janeiro de 2010


Sobrevivi.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Hoje é noite de...


Actividade Paranormal (de Oren Peli/2007/Suspense/Terror), é sobre a perseguição de um espírito demoníaco a um casal, na sua própria casa, o que o leva a instalar câmaras por todas as divisões. Muito ao género de Blair Witch Project. E com um orçamento baixíssimo.
Do que li parece ter  tido uma recepção muito positiva do público, pelo menos aquele que conseguiu vê-lo até ao fim - houve muita gente a fugir da sala de cinema aos primeiros minutos. Aterrorizador é a palavra que mais vezes ouvi para descrevê-lo.
Vamos ver se me aguento. (Medo. Muito medo.)

P.S.: Se não voltar a este meu querido blog é porque me deu uma coisinha má e fui desta para melhor. Wish me luck.

Quero!


Estes são alguns exemplares da colecção da designer de jóias americana Kate Cusack que inclui, para além de colares, pulseiras e anéis.
A particularidade desta colecção prende-se com o facto das peças serem feitas com fechos éclair. Sim, isso mesmo, fechos éclair. Não são lindos de morrer?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Ah?


António Mendonça, ministro das Obras Públicas, considerou que, com a entrada em funcionamento da alta velocidade ferroviária (TGV), “Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid”.


Mais uma mente estrumadíssima no panorama político nacional, portanto.

Bonito, bonito...


(Não, não são as canções do Tozé Brito ou os ditos a baterem nessa palavra impronunciável que não ouço, felizmente, desde que acabei o antigo 7º ano). Bonito, bonito é receber um telefonema de uma amiga longínqua, com quem não estou há muito tempo, que me liga apenas (?) para dizer que me adora e que sente a minha falta. Touché.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Citações


Os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a humidade, os bichos, o tempo e o próprio conteúdo.

Paul Valéry (1871 - 1945)

E porque me apetece falar de cinema


“The Maiden Heist” (2009), realizado por Peter Hewitt, é uma comédia leve que conta a história de três seguranças de um museu americano que, confrontados com a transferência das obras que idolatram para um museu na Dinamarca – dois quadros e uma escultura de um homem nu que é objecto de fantasias impróprias – criam um plano para roubá-las. Não sendo um filme brilhante ou inovador mas que, no entanto, cumpre o seu papel de entreter, deve ser visto, senão por mais, pelo seu elenco de luxo: Marcia Gay Harden, William H. Macy, Morgan Freeman e o magistral Christopher Walken. God, que actor!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Constatações XCI


Uma coisa que os meus pais me ensinaram foi a agradecer sempre que recebo um elogio. Continuo a cumprir este ritual com fervorosa convicção, não porque os meus pais me obriguem, que já sou grandinha, mas porque penso ser dos princípios basilares da vida em sociedade: o respeito pelos outros e, porque não, a simples boa educação?


Se descubro um blog de que gosto especialmente ou, se me agrada determinado post, deixo um comentário na forma de elogio, que considero também uma prática em desuso no nosso país (não sei se nos outros países também será assim, mas gosto de cingir-me àquilo que conheço). No entanto, constato frequentes vezes que, se alguém escreve algo com que a qual a maioria não concorda, ou se há um erro ortográfico particularmente grave, lá fica a caixa de comentários cheia de alertas ou chamadas de atenção ou impropérios, consoante o caso.

Ora, face à falta de reacção à maioria dos elogios que faço o que, além de me entristecer (eu, que sempre sonhei com uma sociedade cordial, solidária e simpática) me irrita para além do normal, porque nunca lidei bem com este tipo de comportamentos, leva-me a compreender cada vez melhor o ditado “Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos animais”. E é uma pena que assim seja.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010


A sala, confortável e silenciosa sob a voz de Amy Winehouse,
acolhe-nos com o seu cheiro quase imperceptível de incenso.
Adormeço no teu ombro.

Há momentos que não deviam acabar.

Roupinhas dos Globos de Ouro


Uma cerimónia como os Globos de Ouro serve não só para ver os filmes e séries e actores e realizadores que estão na berra, mas é também um momento de admirar os trapinhos que usam as convidadas e nomeadas, vestidos a maioria das vezes, que um dia quase todas as mulheres gostariam de poder usar.


Este ano essa tarefa tornou-se quase hercúlea, porque eram quase todos muito feios.

Então aqui ficam os meus Globos (de Estanho?):




LAUREN VELEZ
 
Globo "Está a chover mas a seguir ainda dou um saltinho à praia"
 
 
 

 
CHER E CHRISTINA AGUILERA
 
Globo "Qual de nós a pior"
 
 
 

 
LAUREN GRAHAM
 
Globo "Sou uma estrela decadente"
 
 
 

 
SUZY AMIS
 
Globo "Devia ter passado no chinês e comprado umas mamas de plástico para encher"
 
 
 

 
NICOLE KIDMAN
 
Globo "O tempo de aparecer deslumbrante já passou"
 
 
 

 
RITA WILSON
 
Globo "Roubei os cortinados da minha sogra e fiz um vestido (sempre sai mais barato)"
 
 
 

 
PATRICIA ARQUETTE
 
Globo "Vómito ambulante"
 
 
 

 
MARIAH CAREY
 
Globo "Podia ter emprestado um bocado de mamas à outra"
 
 
 

 
KATE HUDSON
 
Globo "Sou um suspiro"
 
 
Os únicos vestidos que gostei e que poderia usar, pelo que levam o Globo "Isto sim, isto já é vestível":
 
 

 
FELICITY HUFFMAN
 
 
 

 
FERGIE
 
 
 

 
ELISABETTA CANALIS
 

sábado, 16 de janeiro de 2010

Excertos

"(...) Flitcraft é um indivíduo absolutamente convencional - um marido, um pai, um homem de negócios de sucesso, uma pessoa sem a menor razão de queixa. Certa tarde, sai para almoçar e uma viga cai de umas obras no décimo andar de um prédio e por pouco não aterra em cima da sua cabeça. Mais uns centímetros e Flitcraft teria sido esmagado, mas a verdade é que a viga não acerta nele, e, tirando um estilhaço do passeio que, sob o impacto, o atinge no rosto, Flitcraft sai do acidente perfeitamente ileso. Contudo, o facto de ter escapado à morte por um triz provoca nele um choque violento, de tal forma que não consegue deixar de pensar no caso. Como escreve Hammett: «Ele sentia-se como se alguém tivesse retirado a tampa que oculta a vida e o tivesse deixado ver toda a engrenagem». Flitcraft dá-se conta de que o mundo não é o sítio equilibrado e ordenado que pensava que era, dá-se conta de que sempre vira o mundo completamente às avessas, de que nunca compreendera nada de nada. O mundo é governado pelo acaso. O aleatório ronda a presa que nós somos, todos os dias das nossas vidas, e essas vidas podem ser-nos roubadas a qualquer momento - por razão rigorosamente nenhuma. (...)"
 


Paul Auster in "A noite do oráculo"

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010




(Sim, porque quem tem por hábito sair à noite sabe que,
a partir desta hora, é sempre a descer)

Help, I need somebody help


Há dias um blogueiro aconselhou-me (e bem) a retirar ali do lado, nas "Espreitadelas", o atrás que aparece a seguir ao período de tempo que determinado blog foi actualizado porque, dizia o mesmo (e bem), constitui o atrás um pleonasmo.
No entanto essa é a forma “pré-formatada” pelo Blogger, que sei possível de alterar – já vi noutros blogs – mas não faço ideia como.

Uma ajudazinha a esta leiga, pode ser?


Extra! Extra!


De acordo com o barómetro de Janeiro publicado pela RRR/SIC/Expresso, Cavaco Silva recuperou o primeiro lugar no índice de popularidade.
Aaaaiiii que Portugal está tão mal...

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O que é nacional é bom


O nosso menino de ouro do futebol já é a imagem da nova campanha de roupa interior da Armani, substituindo David Beckham. E não se pode dizer que não esteja muito bem, embora na primeira imagem esteja um bocadinho abichanado. Não obstante continuar a ser apenas um menino, é um regalo para os olhos. Só não gosto mesmo é de o ver com aquelas sobrancelhas demasiado depiladas como, aliás, não gosto em homem nenhum - fazem-me lembrar drag queens, enfim...




Indignação



Indignação, de 2008, é o título do primeiro livro que leio de Philip Roth, mas esta é já a sua vigésima sétima obra.

Foi daqueles livros que consumi avidamente, mesmo quando já estava a cair de sono queria ler sempre um bocadinho mais, e só descansei quando o terminei.


Indignação é sobre personalidade, sobre o direito à independência do pensamento e, naturalmente, sobre liberdade. É sobre as consequências das nossas escolhas, alheias à vontade de quem escolheu. É também sobre a guerra, concretamente aquela que opôs a Coreia do Norte/URSS à Coreia do Sul/EUA em meados do século XX.


Uma obra belíssima que leva a pensar nos ses. Por exemplo, se eu não tivesse lido este livro, se calhar não desejaria ler muitos mais do autor.


quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Modernices


Constatações XC



E antes de darmos por isso (que tenhamos, sequer, oportunidade ou tempo para) a vida já se nos voltou a mudar.


Dedicado a ti, S., que corajosamente 
viraste o teu mundo do avesso por amor.

P.S.:Vamos sentir a tua falta