terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Roupinhas dos Globos de Ouro
sábado, 16 de janeiro de 2010
Excertos
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Help, I need somebody help
Há dias um blogueiro aconselhou-me (e bem) a retirar ali do lado, nas "Espreitadelas", o atrás que aparece a seguir ao período de tempo que determinado blog foi actualizado porque, dizia o mesmo (e bem), constitui o atrás um pleonasmo.
No entanto essa é a forma “pré-formatada” pelo Blogger, que sei possível de alterar – já vi noutros blogs – mas não faço ideia como.
Extra! Extra!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O que é nacional é bom
O nosso menino de ouro do futebol já é a imagem da nova campanha de roupa interior da Armani, substituindo David Beckham. E não se pode dizer que não esteja muito bem, embora na primeira imagem esteja um bocadinho abichanado. Não obstante continuar a ser apenas um menino, é um regalo para os olhos. Só não gosto mesmo é de o ver com aquelas sobrancelhas demasiado depiladas como, aliás, não gosto em homem nenhum - fazem-me lembrar drag queens, enfim...
Indignação
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Constatações XC
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Pode repetir por favor?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
E hoje algo de completamente diferente
Diz que o lar original do cacau ficava nas florestas da região do Amazonas no Brasil, ou na região do Orinoco, na Venezuela. Quem deu a conhecer o cacaueiro ao mundo europeu foi o viajante espanhol Hernando Cortez, que chegou ao México em 1519, com intenções de desenvolver o comércio, tendo sido recebido com honras pelo Imperador Montezuma dos astecas (os índios locais). O Imperador era grande apreciador de uma bebida especial, que ele bebia em copos de ouro, sempre novos. A cada vez que esvaziava um copo, atirava-o fora, para mostrar que valorizava mais a bebida que o ouro.O Imperador ofereceu esta bebida ao visitante espanhol que, relatou, tinha um sabor forte e agridoce.
Mais tarde, Hernando Cortez aprisionou o Imperador e, gradualmente, conquistou o México para o Rei da Espanha. Quando voltou a Espanha, em 1528, Cortez levou grãos de cacau para o Rei.Impressionado pelo facto dos grãos de cacau serem usados como dinheiro pelos astecas, Cortez decidiu plantar esta árvore em diversas ilhas tropicais que tinha capturado: Trinidad e Haiti, na América Central, e a ilha Fernando-Po, na costa da África Ocidental. O cacau foi transplantado dessa ilha para o continente africano – em quatro países - Costa do Marfim, Gana, Nigéria e Camarões - que, actualmente, são os líderes no comércio mundial do cacau.
Espanha foi o primeiro país na Europa onde o chocolate quente se tornou uma bebida favorita – primeiro nos círculos aristocratas e depois de forma geral, começando também a ficar conhecida em outros países da Europa Ocidental, que começaram a plantar cacaueiros nas suas colónias tropicais, onde o clima era favorável.
Em 1828, um fabricante holandês de chocolate, Conrad van Houtten, descobriu um método para extrair a gordura dos grãos de cacau moídos, e transformá-la em manteiga de cacau, acabando por desenvolver também um pó que se dissolvia facilmente em água quente, criando uma bebida boa, suave e saborosa, que podia ser tornada mais doce com a adição de açúcar.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ainda????
Com o dedo da Igreja (que sabe que o assunto for referendado nunca vai passar) e a ignorância, fé e preconceito dos assinantes, esses embaixadores da moral, decência e dos bons costumes, continua a atiçar-se uma fogueira que devia há muito estar em cinzas.
Com os tantos problemas que atravessam a sociedade, com as grandes dificuldades do país, ou seja, com tantas questões sérias e bem mais importantes para debater (e, porque não, para referendar?), perde-se tempo com mesquinhices pré-históricas, descabidas e, acredito, inconsequentes.
E que tal se arranjassem uma vidinha, não dava um certo jeito?
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Ano novo, vida semi-nova?
Num final de ano não tenho por hábito fazer balanços. O ano foi o que foi e não pode ser alterado. Já no início de um novo ano gosto de pensar em desejos (nunca projectos porque raramente os faço, antes coisas que quero fazer ou repetir).
Desejos para este ano? Os básicos e banais saúde, amor e dinheiro são os essenciais. Alguém me dizia que esses não valiam por não trazerem nada de novo, por toda a gente os repetir. Não valem? Valem sim, valem quase tudo. Porque constituem uma base sustentada para que o resto possa correr bem sendo que, ainda assim, o que mais valorizo é a saúde, que ter uma rica saúdinha é do melhor que a vida nos pode dar.
No entanto, também tenho outros desejos mais terrenos e egoístas e a confirmar a boa vivant que sou. Então, sem ordem de preferência:
Comer e beber muito bem, que são dos maiores prazeres da vida.
Bastante e bom sexo (muita serotonina e endorfinas fazem sorrir e fazem milagres à pele).
Viajar, viajar, viajar, viajar, viajar.
Ler e ver cinema. Always.
Dormir como uma criança (não consigo perceber como é que há pessoas que dizem não gostar de dormir e, pior ainda, que dormir é uma perda de tempo, ofensa!).
Estar com (os poucos mas bons) amigos.
Rir muito, muito, muito.
Muita música e dança e programas interessantes e variados.
Mais dinheiro para poder dar azo à diabinha consumista que há mim (umas roupinhas, sapatos, carteiras, acessórios e cremes para tudo e mais alguma coisa são os meus maiores pecados).
Muitos abraços e ternura e beijos, muitos beijos e serenidade e paz.
E ainda viajar, viajar, viajar, viajar, viajar.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
Afinal a TAP também tem coisas boas...
Espírito natalício é...
Conseguir aguentar heroicamente na noite de Natal, por causa da família, o Jogo Duplo apresentado pelo Fernando Mendes.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A ver
domingo, 20 de dezembro de 2009
Fui
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Revelações
Eu já tive… muito mais paciência do que tenho hoje.
Eu nunca… digo nunca.
Eu sei… algumas coisas, mas quero sempre saber mais.
Eu quero… aqueles de quem gosto sempre perto de mim.
Eu sonho… acalentar, mimar e, no momento certo, concretizar os meus sonhos.
(P.S.: Uma vez mais violo as regras e não passo isto a ninguém. Quem quiser, é favor pegar-lhe.)
Constatações LXXXIX
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Da série: Os filmes da minha vida
França/2002
Realização: Roman Polanski
Elenco: Adrien Brody, Emilia Fox,
Frank Finlay, Maureen Lipman,
Thomas Kretschmann
Esta série termina aqui.
Corro o risco de me escapar algum filme da minha vida mas não quero alargar o leque a obras que, podendo ser muito bonitas ou marcantes, não me são indissociáveis.
Esta série, que me levou a viajar por anos e centenas (milhares?) de filmes que já vi (sim, assumo-me como uma consumidora quase-quase-compulsiva) permitiu-me concluir, nomeadamente, que quem realizou mais filmes da minha vida foi o grande Roman Polanski (estou a falar em termos profissionais, que o resto abstenho-me de comentar).
De resto, continuarei a escrever sobre cinema como, aliás, não poderia deixar de ser.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Concatenações
Concatenei A com B e cheguei a C.
Ou:
Esta situação está directamente concatenada com aquela outra.
Ou mesmo:
Isso já foi concatenado.
Dificil mesmo é adoptar esse verbo na linguagem corrente sob pena de, sob olhares intrigadores e curiosos, me mandarem ir concatenar para outro sítio qualquer.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Citações
Da série: Os filmes da minha vida

Suspense
EUA/1999
Realização: M. Night Shyamalan
Elenco: Bruce Willis, Haley Joel Osment,
M. Night Shyamalan, Mischa Barton,
Olivia Williams, Tonni Collette
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Aditamento ao post anterior
Como???
Venham mais cinco
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
(Mini) diálogo desconexo
E se defendessem as criancinhas de África? (Outra vez)
Irrita-me sobretudo a defesa de valores e princípios bacocos, desconstruíveis em menos de nada, assentes na debilidade do que supostamente é normal.
Não quero com isto dizer que sou uma acérrima defensora dos casamentos entre gays. Penso apenas que não tenho nada a ver com isso. Aliás, ninguém tem nada a ver com isso! Logo, se há gays que querem casar, deixem-nos casar, que isso não diz respeito a ninguém se não aos próprios. Por mim, até pode ser de véu e grinalda."
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Ainda sobre coincidências
Uma ida ao videoclube acabou-nos com a vontade, porque o ansiado filme estava fora. Decidimos então ver um dos muitos que temos lá por casa. Aninhamo-nos no sofá depois de escolher o que vamos ver e, mesmo antes, fazes um zapping enquanto acabo de ler um artigo.
Passas pelo Canal Hollywood e deixas ficar, a tentar perceber que filme é aquele que está a passar e que tens a sensação de já ter visto.
Imediatamente percebes que é o Shining, que está mesmo a começar.
Enfim… No creo em brujas , pero que las hay, las hay.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Da série: Os filmes da minha vida
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Vão mas é trabalhar!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Constatações LXXXVI
Da série: Os filmes da minha vida
EUA/Austrália/2001
Realização: Baz Luhrmann
Elenco: David Wenham, Ewan Mcgregor,
Garry McDonald, Kylie Minogue,
Nicole Kidman, Richard Roxburgh
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Saramaguices
(…) “Antes, na criação do Universo, Deus não fez nada. Depois, decidiu criar o Universo, não se sabe porquê, nem para quê. Fê-lo em seis dias, apenas seis dias. Descansou ao sétimo. Até hoje! Nunca mais fez nada! Isto tem algum sentido?”
«Deus só existe na nossa cabeça, é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca».
Agora são as declarações de Saramago que são objecto da mais recente discussão nacional (gosto especialmente da primeira que transcrevi, é mesmo muito boa). E são essas declarações que me levaram a escrever este post, embora o tema já me sobrevoasse há muito.
Não acredito em Deus e tenho dificuldades em aceitar que pessoas interessadas, informadas, cultas – porque não – possam não duvidar da sua existência.
Acho que teria perto de 20 anos quando comecei a aceitar a ideia de não acreditar em Deus. Não porque nunca tivesse pensado nisso até então, mas sim porque não me deixava sequer pensá-lo. Sentia medo. De ir para o inferno, de Deus me voltar as costas por ousar duvidar da sua existência (penso que é demonstrativo de como muita gente foi educada).
Não acredito em Deus, pelo menos naquele que a Igreja nos impingiu. Acho que, simplesmente, é muito mais cómodo para a maioria dos Homens acreditar que há uma força que os guia ou ampara, em comparação com a triste realidade de se saber que tudo depende exclusivamente de nós.
O Saramago não acredita em Deus. Eu também não. Isso fará de nós piores pessoas?
Uma bela definição de amor
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Tic tac tic tac
Da série: Os filmes da minha vida
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A vida é sempre a perder
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Haja paciência
Ora, não percebo o porquê de tanta algazarra. Parece-me ser um vir ao de cima do sentimento de inferioridade que ainda acredito sofrer-se no país, país esse que adora rir de tudo e de todos. Agora, quando é ao contrário, a música já é outra.
E aprender a rirmo-nos de nós próprios, não?
Perguntinha
Porque é que há pessoas que respondem tipo-testamento a uma pergunta que não comporta uma resposta com mais de 10 palavras?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
What??
Da série: Os filmes da minha vida
Drama
EUA/Grã-Bretanha/2005
Realização: Woody Allen
Elenco: Brian Cox, Emily Mortimer,
Jonathan Rhys-Meyers, Matthew Goode,
Penelope Wilton , Scarlett Johansson
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Nós por cá
O presidente-candidato justificou a sua experiência como bilheteiro porque várias pessoas na rua lhe perguntaram se arranjava entradas para o concerto e ele «sentiu-se na obrigação de o fazer». Alguns cidadãos, pouco habituados à honestidade rara de Valentim, ainda se dirigiram à sua sede de candidatura para recolher os presentes. Mas Valentim não mistura os cargos: oferece como presidente, recolhe como candidato. E por isso escolheu o salão nobre da Câmara para exercer as suas funções. Esteve lá à tarde e só às 16h30 fez uma pausa para lanchar. Regressou às 17h e continuou. Sempre de pé, atendeu todos os interessados da fila, ofereceu os convites e a quem só tinha coragem para pedir dois, dava quatro para que pudessem levar um casal amigo.
Para a Comissão Nacional de Eleições, este é seguramente um exemplo sem problemas.”
In Editorial da Sábado
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Amália amanhã
De onde concluo que as demonstrações de saudades e veneração vêm fatiadas à década.
Estranha forma de vida.
domingo, 4 de outubro de 2009
Definições
2. Sina triste.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Constatações LXXXV
Da série: Os filmes da minha vida
De pequenino é que se torce o pepino
Uma criança chinesa, quando interrogada sobre o que queria ser quando fosse grande, respondeu que queria ser uma funcionária corrupta.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
E porque me apetece falar de cinema
Realizado por Wolfgang Becker, este filme de 2003, cuja acção decorre na Alemanha de Leste, retrata a entrada em coma de uma militante socialista, após um ataque cardíaco, poucos dias antes da queda do Muro de Berlim, e a permanente encenação criada pelo filho, quando a mesma acorda, oito meses depois: sabendo que a mãe poderá não sobreviver a qualquer choque, e considerando a sua dedicação à causa política, o filho monta um esquema, envolvendo pessoas, objectos e situações, para que a senhora julgue que nada se alterou no país.
Extremamente bem realizado, é um filme ao mesmo tempo forte e ternurento, que me levou a questionar se tratamos os nossos pais como eles merecem. Muito bom.
sábado, 26 de setembro de 2009
Excertos
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Teorias
Engraçado como é possível definir (minimamente, claro, dadas as circunstâncias) o perfil de um blogger pela forma como ele escreve e como se relaciona com os outros.
Há os simpáticos, os tímidos, os do contra (sim, Funes, refiro-me a si, espero que me perdoe a indiscrição), os intelectuais, os que têm a mania que são bons, os práticos, os elitistas, os que escrevem, os que não escrevem e por aí adiante.
Sei exactamente quais os bloggers que gostava de conhecer, aqueles com os quais teria grandes discussões e os que têm gostos parecidos com os meus, sei aqueles com quem me daria harmoniosamente e com quem andaria sempre à cabeçada.
Mas (quem me lê há largo tempo sabe) este é um blog quase anónimo; ou seja, a grande maioria dos blogs que frequento são-me afins, não estamos “ligados” por qualquer forma de elo real. E isso dá-me a liberdade de que não consigo abdicar.
Lá esta, na blogosfera como na vida.
Da série: Os filmes da minha vida
Comédia Dramática
Itália/ 1997
Realização: Roberto Benigni
Elenco: Giorgio Cantarini,
Nicoletta Braschi, Roberto Benigni
Aguerrido?
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A ver (sempre)
(Gosto especialmente do tom corrosivo da Clara Ferreira Alves,
uma mulher sem papas na língua, seguramente).
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Esquisitices
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Perguntinha
Voar
Admiro quem tenha ainda esta capacidade de dar, de lutar pelo que quer, de ir em frente com receios e dúvidas e esperanças e quereres.
Admiro-te. E empurro-te nesta aventura com a sensação de que faria fielmente o mesmo. E que tu me empurrarias exactamente assim.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Excertos
“Num momento em que tanto diálogo (até que enfim!) se trava, não será péssimo encetar diálogos falhados?
- Vais à pesca?
- Não. Vou à pesca.
- Ah, pensava que ias à pesca.
é um modelo do diálogo falhado, um paradigma da incomunicação perfeita, da surdez integral. Que podem comunicar, então, os diálogos falhados para além do seu próprio falhanço? O silêncio carregado de significação de quem, por fim, não quis responder, consciente de que a resposta, muito ironicamente, estava já contida na pergunta. Enfim, teorias.”
Alexandre O’Neill – Os diálogos falhados
(in Flama, 31 de Maio de 1974)
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Diz que sim
sábado, 12 de setembro de 2009
Violent Femmes
Babylon
Baby
i´m so alone
vamos p'ra Babylon.
Viver a pão-de-ló
e Moet Chandon
vamos p´ra Babylon
vamos p´ra Babylon.
Gozar
sem se preocupar com amanhã
vamos p´ra Babylon
baby baby Babylon.
Comprar o que houver
au révoir ralé
finesse s'il vos plait
mon dieu je t'aime.
Glamour
Manhattan by night
passear de iate
nos mares do Pacífico Sul.
Baby
i´m like a rolling stone
vamos p´ra Babylon.
Vida é um souvenir
made in Hong Kong
vamos p´ra Babylon
vamos p´ra Babylon.
Vem ser feliz ao lado deste bon vivant
vamos p´ra Babylon
de tudo provar
champanhe, caviar
scotch, escargot, rayban.
Bye bye miseré
kaya now to me
o céu seja aqui
minha religião é o prazer.
Não tenho dinheiro
p´ra pagar a minha yoga
não tenho dinheiro
p´ra bancar a minha droga
eu não tenho renda
p´ra descolar a merenda
cansei de ser duro
vou botar minha alma à venda.
Eu não tenho grana
p´ra sair com o meu broto
eu não compro roupa
por isso que eu ando roto
nada vem de graça
nem o pão nem a cachaça
quero ser o caçador
ando cansado de ser caça.
Ai morena
viver é bom
esquece as penas
vem morar comigo em Babylon.
Zeca Baleiro
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Tendo por objectivo a divulgação do Dia Mundial da SIDA, em 1 de Dezembro, uma agência de publicidade alemã criou uma campanha que está a gerar grande polémica. Existe nomeadamente um vídeo que mostra um casal em cenas eróticas e, no final, é revelada a cara de Adolf Hitler e a mensagem “A SIDA é um assassino em massa”.
Muito bom.
Da série: Os filmes da minha vida

Terei ouvido bem?
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Ah?









































