terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Pode repetir por favor?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
E hoje algo de completamente diferente
Diz que o lar original do cacau ficava nas florestas da região do Amazonas no Brasil, ou na região do Orinoco, na Venezuela. Quem deu a conhecer o cacaueiro ao mundo europeu foi o viajante espanhol Hernando Cortez, que chegou ao México em 1519, com intenções de desenvolver o comércio, tendo sido recebido com honras pelo Imperador Montezuma dos astecas (os índios locais). O Imperador era grande apreciador de uma bebida especial, que ele bebia em copos de ouro, sempre novos. A cada vez que esvaziava um copo, atirava-o fora, para mostrar que valorizava mais a bebida que o ouro.O Imperador ofereceu esta bebida ao visitante espanhol que, relatou, tinha um sabor forte e agridoce.
Mais tarde, Hernando Cortez aprisionou o Imperador e, gradualmente, conquistou o México para o Rei da Espanha. Quando voltou a Espanha, em 1528, Cortez levou grãos de cacau para o Rei.Impressionado pelo facto dos grãos de cacau serem usados como dinheiro pelos astecas, Cortez decidiu plantar esta árvore em diversas ilhas tropicais que tinha capturado: Trinidad e Haiti, na América Central, e a ilha Fernando-Po, na costa da África Ocidental. O cacau foi transplantado dessa ilha para o continente africano – em quatro países - Costa do Marfim, Gana, Nigéria e Camarões - que, actualmente, são os líderes no comércio mundial do cacau.
Espanha foi o primeiro país na Europa onde o chocolate quente se tornou uma bebida favorita – primeiro nos círculos aristocratas e depois de forma geral, começando também a ficar conhecida em outros países da Europa Ocidental, que começaram a plantar cacaueiros nas suas colónias tropicais, onde o clima era favorável.
Em 1828, um fabricante holandês de chocolate, Conrad van Houtten, descobriu um método para extrair a gordura dos grãos de cacau moídos, e transformá-la em manteiga de cacau, acabando por desenvolver também um pó que se dissolvia facilmente em água quente, criando uma bebida boa, suave e saborosa, que podia ser tornada mais doce com a adição de açúcar.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ainda????
Com o dedo da Igreja (que sabe que o assunto for referendado nunca vai passar) e a ignorância, fé e preconceito dos assinantes, esses embaixadores da moral, decência e dos bons costumes, continua a atiçar-se uma fogueira que devia há muito estar em cinzas.
Com os tantos problemas que atravessam a sociedade, com as grandes dificuldades do país, ou seja, com tantas questões sérias e bem mais importantes para debater (e, porque não, para referendar?), perde-se tempo com mesquinhices pré-históricas, descabidas e, acredito, inconsequentes.
E que tal se arranjassem uma vidinha, não dava um certo jeito?
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Ano novo, vida semi-nova?
Num final de ano não tenho por hábito fazer balanços. O ano foi o que foi e não pode ser alterado. Já no início de um novo ano gosto de pensar em desejos (nunca projectos porque raramente os faço, antes coisas que quero fazer ou repetir).
Desejos para este ano? Os básicos e banais saúde, amor e dinheiro são os essenciais. Alguém me dizia que esses não valiam por não trazerem nada de novo, por toda a gente os repetir. Não valem? Valem sim, valem quase tudo. Porque constituem uma base sustentada para que o resto possa correr bem sendo que, ainda assim, o que mais valorizo é a saúde, que ter uma rica saúdinha é do melhor que a vida nos pode dar.
No entanto, também tenho outros desejos mais terrenos e egoístas e a confirmar a boa vivant que sou. Então, sem ordem de preferência:
Comer e beber muito bem, que são dos maiores prazeres da vida.
Bastante e bom sexo (muita serotonina e endorfinas fazem sorrir e fazem milagres à pele).
Viajar, viajar, viajar, viajar, viajar.
Ler e ver cinema. Always.
Dormir como uma criança (não consigo perceber como é que há pessoas que dizem não gostar de dormir e, pior ainda, que dormir é uma perda de tempo, ofensa!).
Estar com (os poucos mas bons) amigos.
Rir muito, muito, muito.
Muita música e dança e programas interessantes e variados.
Mais dinheiro para poder dar azo à diabinha consumista que há mim (umas roupinhas, sapatos, carteiras, acessórios e cremes para tudo e mais alguma coisa são os meus maiores pecados).
Muitos abraços e ternura e beijos, muitos beijos e serenidade e paz.
E ainda viajar, viajar, viajar, viajar, viajar.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
Afinal a TAP também tem coisas boas...
Espírito natalício é...
Conseguir aguentar heroicamente na noite de Natal, por causa da família, o Jogo Duplo apresentado pelo Fernando Mendes.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A ver
domingo, 20 de dezembro de 2009
Fui
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Revelações
Eu já tive… muito mais paciência do que tenho hoje.
Eu nunca… digo nunca.
Eu sei… algumas coisas, mas quero sempre saber mais.
Eu quero… aqueles de quem gosto sempre perto de mim.
Eu sonho… acalentar, mimar e, no momento certo, concretizar os meus sonhos.
(P.S.: Uma vez mais violo as regras e não passo isto a ninguém. Quem quiser, é favor pegar-lhe.)
Constatações LXXXIX
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Da série: Os filmes da minha vida
França/2002
Realização: Roman Polanski
Elenco: Adrien Brody, Emilia Fox,
Frank Finlay, Maureen Lipman,
Thomas Kretschmann
Esta série termina aqui.
Corro o risco de me escapar algum filme da minha vida mas não quero alargar o leque a obras que, podendo ser muito bonitas ou marcantes, não me são indissociáveis.
Esta série, que me levou a viajar por anos e centenas (milhares?) de filmes que já vi (sim, assumo-me como uma consumidora quase-quase-compulsiva) permitiu-me concluir, nomeadamente, que quem realizou mais filmes da minha vida foi o grande Roman Polanski (estou a falar em termos profissionais, que o resto abstenho-me de comentar).
De resto, continuarei a escrever sobre cinema como, aliás, não poderia deixar de ser.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Concatenações
Concatenei A com B e cheguei a C.
Ou:
Esta situação está directamente concatenada com aquela outra.
Ou mesmo:
Isso já foi concatenado.
Dificil mesmo é adoptar esse verbo na linguagem corrente sob pena de, sob olhares intrigadores e curiosos, me mandarem ir concatenar para outro sítio qualquer.




