quarta-feira, 4 de novembro de 2009
(Mini) diálogo desconexo
E se defendessem as criancinhas de África? (Outra vez)
Irrita-me sobretudo a defesa de valores e princípios bacocos, desconstruíveis em menos de nada, assentes na debilidade do que supostamente é normal.
Não quero com isto dizer que sou uma acérrima defensora dos casamentos entre gays. Penso apenas que não tenho nada a ver com isso. Aliás, ninguém tem nada a ver com isso! Logo, se há gays que querem casar, deixem-nos casar, que isso não diz respeito a ninguém se não aos próprios. Por mim, até pode ser de véu e grinalda."
terça-feira, 3 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Ainda sobre coincidências
Uma ida ao videoclube acabou-nos com a vontade, porque o ansiado filme estava fora. Decidimos então ver um dos muitos que temos lá por casa. Aninhamo-nos no sofá depois de escolher o que vamos ver e, mesmo antes, fazes um zapping enquanto acabo de ler um artigo.
Passas pelo Canal Hollywood e deixas ficar, a tentar perceber que filme é aquele que está a passar e que tens a sensação de já ter visto.
Imediatamente percebes que é o Shining, que está mesmo a começar.
Enfim… No creo em brujas , pero que las hay, las hay.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Da série: Os filmes da minha vida
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Vão mas é trabalhar!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Constatações LXXXVI
Da série: Os filmes da minha vida
EUA/Austrália/2001
Realização: Baz Luhrmann
Elenco: David Wenham, Ewan Mcgregor,
Garry McDonald, Kylie Minogue,
Nicole Kidman, Richard Roxburgh
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Saramaguices
(…) “Antes, na criação do Universo, Deus não fez nada. Depois, decidiu criar o Universo, não se sabe porquê, nem para quê. Fê-lo em seis dias, apenas seis dias. Descansou ao sétimo. Até hoje! Nunca mais fez nada! Isto tem algum sentido?”
«Deus só existe na nossa cabeça, é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca».
Agora são as declarações de Saramago que são objecto da mais recente discussão nacional (gosto especialmente da primeira que transcrevi, é mesmo muito boa). E são essas declarações que me levaram a escrever este post, embora o tema já me sobrevoasse há muito.
Não acredito em Deus e tenho dificuldades em aceitar que pessoas interessadas, informadas, cultas – porque não – possam não duvidar da sua existência.
Acho que teria perto de 20 anos quando comecei a aceitar a ideia de não acreditar em Deus. Não porque nunca tivesse pensado nisso até então, mas sim porque não me deixava sequer pensá-lo. Sentia medo. De ir para o inferno, de Deus me voltar as costas por ousar duvidar da sua existência (penso que é demonstrativo de como muita gente foi educada).
Não acredito em Deus, pelo menos naquele que a Igreja nos impingiu. Acho que, simplesmente, é muito mais cómodo para a maioria dos Homens acreditar que há uma força que os guia ou ampara, em comparação com a triste realidade de se saber que tudo depende exclusivamente de nós.
O Saramago não acredita em Deus. Eu também não. Isso fará de nós piores pessoas?
Uma bela definição de amor
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Tic tac tic tac
Da série: Os filmes da minha vida
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A vida é sempre a perder





