quinta-feira, 9 de abril de 2009
Da série: Os filmes da minha vida
Drama
Argentina/2001
Realizador: Juan José Campanella
Elenco: Hector Alterio, Norma Aleandro,
Ricardo Darin
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Cinemolândia
quarta-feira, 8 de abril de 2009
What???
«Eles têm tudo o que precisam. Têm apoio médico, comida quente. Claro que o local onde estão é temporário, mas deviam encarar a situação como um fim-de-semana de campismo».
(Sílvio Berlusconi num comentário às condições das vítimas de Áquila)
terça-feira, 7 de abril de 2009
Magia
Um jantar. Regado a Lambrusco tinto. Conversas soltas. Uma bela companhia (obrigada S., pela hospitalidade e a ti, claro, que te sinto como um complemento de mim). O pôr-do-sol frente ao mar. Risos. Que nos fizeram esquecer os dias (atribulados) que haviam acabado de passar. Uma sobremesa deliciosa preparada pelo brasileiro eternamente escondido (do qual já não me lembro do nome). Afinidades e mimos. O cheiro fresco a hortelã colado nos meus dedos. E nos teus. Música e dança. Sonhos e confissões. Maluquices e matrecos à mistura. Dormir quase na hora de acordar. Todas as noites deveriam ser assim.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Pleonasmar
Enviaram-me uma mensagem, via e-mail, onde às tantas se lê “Bom fim-de-semana a todos em geral”. Ora eu, que sempre gostei muitos de pleonasmos, especialmente o “entra para dentro”, voltei a ficar fascinada com este. Qual terá sido o intuito do remetente? Que ninguém se sentisse excluído? Que ficássemos com a certeza que ele quer MESMO que todos nós tenhamos um bom fim-de-semana?
Por oposição, porque não se lembrou de desejar um “bom fim-de-semana a todos em particular”? Assim, sentir-nos-íamos como que se aquela mensagem nos tivesse sido individualmente dirigida, do tipo envio para todos mas também concretamente para ti.
Adoro pleonasmos mas a minha vida não é isto! E assim desejo a todos vós (aqui está, eu avisei que gostava!) em geral, genericamente, de modo indeterminado, em particular, especificamente ou mesmo em especial, como quiserem, que cada um é livre de escolher, um óptimo fim-de-semana.
Por oposição, porque não se lembrou de desejar um “bom fim-de-semana a todos em particular”? Assim, sentir-nos-íamos como que se aquela mensagem nos tivesse sido individualmente dirigida, do tipo envio para todos mas também concretamente para ti.
Adoro pleonasmos mas a minha vida não é isto! E assim desejo a todos vós (aqui está, eu avisei que gostava!) em geral, genericamente, de modo indeterminado, em particular, especificamente ou mesmo em especial, como quiserem, que cada um é livre de escolher, um óptimo fim-de-semana.
Citações
"The only second chance that I know
is the chance to make the same mistake twice."
In "State and Main"
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Sapiências
sexta-feira, 20 de março de 2009
Constatações LXVIII
Ouvi um homem dizer ao telefone que estava um sol medonho. Embora perceba o sentido que lhe quis dar (medonho: “pop.: grande, enorme;”), há conjugações de palavras que não deveriam ser permitidas. Tal como medonho. E sol.
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Más escolhas
quinta-feira, 19 de março de 2009
Nós por cá
"Com o país mergulhado na miséria e 94% da população sem emprego e a viver da ajuda internacional, os partidários de Mugabe do partido ZANU PF, organizaram no Sábado, dia 28, a festa oficial para celebrar os 85 anos de Robert Mugabe, completados no dia 21.
A cerimónia custou 200 mil euros e contou com um banquete que incluiu 80 vacas, 70 cabras e 12 porcos, 2 mil garrafas de champanhe, 500 de whisky, 8 mil lagostas, 4 mil porções de caviar, 3 mil patos, 16 mil ovos, 3 mil bolos de chocolate, 8 mil caixas de bombons e 1 bolo gigante com 85 quilos.”
In "Sábado"
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Vou ali vomitar e já volto
segunda-feira, 16 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
Excerto
“A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada. (…) “
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas, lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada. (…) “
Nuno Markl
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Afinidades
Flowers
Recebi o meu primeiro (lindo) vaso com flores de interior (excluindo uma planta que já tenho mas que apenas tem de ser regada semanalmente, com uma quantidade exacta de água, pelo que o grau de dificuldade para conservá-la é nulo). O meu grande objectivo é mantê-la viva e, se possível, fazê-la crescer bonita e saudável.
Uma pesquisa rápida do Google deu-me as dicas básicas: deve ser regada mais ou menos de dois em dois dias durante o Inverno, e dia sim dia não no Verão (sendo que se deve tocar na terra para aferir da necessidade de água); a rega deve ser feita com um regador para que seja homogénea; deve ser colocada, pelo menos, uma manhã por semana, na rua, ao sol. Quanto ao resto o Google nada diz mas, defende quem tem plantas, deve falar-se com elas, postura que vou adoptar.
Agora, nesta nova fase de responsabilidade para com um ser vivo, espero conseguir ser uma boa "mãe". E tratá-la, pelo menos, com o mesmo carinho que teve a pessoa que me ofereceu.
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Responsabilidades
quinta-feira, 12 de março de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
De regresso (espero!)
Tenho andado tão ocupada, tão distraída, tão enamorada (por tudo e por nada) que, além da falta de tempo para blogar, me falta também e sobretudo inspiração. Porque as (tantas) emoções andam misturadas cá dentro e não me apetece partilhar. E embora me preencha este sentimento egoísta já necessito escrever. Espero estar de regresso.
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Ansiedades
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