Nunca li livros cujo início não tivesse gostado. Porque existem tantos livros, tantos bons livros, que não vale a pena perder tempo a ler aqueles com os quais não me identifico, independentemente das críticas ou de opiniões que me dizem ser determinado livro imperdível.
O problema é que, quando se lê muito (como é o caso), vamo-nos tornando muito exigentes (demasiado exigentes?), o que dificulta a tarefa maravilhosa que é ler.
Só assim se explica que o livro que agora leio seja aquele, depois de quatro tentativas consecutivas falhadas, que faço intenções de terminar.




