A vida muda-nos num momento. É uma afirmação conhecida, usada e abusada que estou habituada a ouvir. Mas só por vezes, como agora, sinto-a absurdamente verdadeira. De repente, tão de repente que o presente me escorre das mãos já passado, todos os planos deixam de acontecer e deixam de fazer sentido. A vida muda-se-nos num momento. O que era já não é e o que é, daqui a nada, pode deixar de o ser.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Podia ter-me dado para pior
Esta noite sonhei que estava em Albufeira quando passei por um café onde estavam os irmãos Cohen. Depois do histerismo inicial lembrei-me que tinha ali mesmo à mão (ou, para ser rigorosa, na carteira) uma Kodak descartável através da qual pude guardar o momento.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Constatações LX
Os homens foram formatados para, sempre que perguntam a idade a uma mulher, dizerem aquela frase introdutória: "Eu sei que não se pergunta a idade a uma senhora mas...". É que não há nenhum que não o diga!
Globos de Ouro 2008
Parece-me que as meninas combinaram entre si, a ver quem é que levava o vestidinho mais feio.
Não, não estou a exagerar. As fotografias comprovam-no.
Não, não estou a exagerar. As fotografias comprovam-no.
Olivia Wilde
January Jones

Salma Hayek

Rutina Wesley
Post it:
O bom gosto não se compra
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Lindo!
Mal coloco o pé dentro de casa ele corre na minha direcção para me abraçar.
No meio do abraço diz-me, com ar dramático e a voz a tremelicar:
- Oh Leninha eu adoro-te! Eu adoro-te mas tu odeias-me! Para ti eu sou uma travessa!
Post it:
Infantilidades
Para ti
Obrigada G. por seres minha amiga. Obrigada por, contigo, poder ser quem sou sem ter de pensar nisso. Obrigada pelas nossas conversas acriançadas e pelo riso fácil e altamente sonoro que fazemos questão de não perder. Obrigada pelos momentos cheios de ternura e pelos outros, aqueles em que maldizemos a nossa vida para, logo depois, reconhecermos que afinal não é assim tão má (não é mesmo nada má). Obrigada pelas brincadeiras e pela cumplicidade. Obrigada por fazeres parte do meu mundo porque, contigo, o meu mundo é melhor.
(P.S.: Ti amo!)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Amália
Amália, divã do fado, de que não sou grande apreciadora (talvez por não gostar do sentimento triste de saudade que lhe está associado) foi, se o filme lhe fez um retrato fiável, uma grande mulher.
Nunca teve uma vida fácil, crescendo com a distância e o desprezo da mãe, mas foi uma mulher de garra que cantava por verdadeira paixão.
Penso que terá sido pelo orgulho de ser portuguesa e o amor ao país que nunca se mundializou.
Entre a pele eriçada e as lágrimas que quase me cairam retive principalmente a sensação de força e muita garra da fadista.
Acho que foi uma mulher que viveu. E só por isso fiquei a admirá-la.
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Cinemolândia
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Constatações LVIII
Os Gato Fedorento colocaram a possibilidade (irreal, claro!), do Zé Carlos se transformar num programa da manhã.
Eu digo que, se continuarem assim, não lhes falta muito.
Quando os momentos mais engraçados do programa são os "tesourinhos deprimentes", algo vai bastante mal.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Ah? (2)
E então não é que, segundo os nuestros hermanos do "El Mundo", José Sócrates é o 6º homem mais elegante do mundo?
Mais do que o Jude Lawzinho????
Abstenho-me de comentar.
Post it:
O mundo está louco (e eu vivo nele)
Adeus
Há momentos e pessoas em que acredito valer a pena apostar. Um feeling... a força de um olhar... ou simplesmente a persistente vontade que tenho de que as pessoas sejam um bocadinho melhores do que são. Por vezes acontece, a maioria não, que já devia saber, por esta altura, que as gentes não são os seres bondosos e honestos que gostaria que fossem.
Iludo-me assim e, na próxima, iludir-me-ei outra vez (e outra e outra vez). Porque não consigo (não quero?) que seja diferente.
No entanto, quando percebo que nunca me conseguirão dar o mesmo que eu dou (e, em tudo o que faço, dou sempre muito) acabo por desistir. Não vale a pena quando já não se acredita, não é?
Não acredito em ti.
Desisto.
Adeus.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Amor & Sexo
(…) Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...
RITA LEE
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Musicolândia
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Passagens
"Ao fim e ao cabo, cada vida não é mais do que a soma de factos contingentes, uma crónica de intersecções casuais, de golpes de sorte, de acontecimentos aleatórios que revelam apenas a sua própria ausência de propósito."
Paul Auster in O quarto fechado - A trilogia de Nova Iorque
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Livrolândia
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Resolução
Da próxima vez que quiser ver uma comédia e deixar-me levar pela crítica de jornais ou revistas lembrar-me que: onde se diz hilariante deverei ler com alguma piada (por vezes); onde se diz imperdível deverei ler nada de mais; onde se diz uma das melhores comédias do ano deverei ler se fosse mesmo bom já tinha ouvido falar, não?
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Cinemolândia
Gosto do frio que me gela a cara e as mãos nestes dias calmos. Gosto de caminhar sem tempo pelas ruas iluminadas, doiradas, apinhadas de gente que acredita que a vida é mais fácil assim. Gosto das músicas de Sinatra que ecoam por toda a cidade, sobrepondo-se ao barulho dos carros e aos gritos das crianças excitadas. Gosto de calcorrear a minha alma como se ela fosse feita de neve. Deixando pequenas pegadas que já estão a desaparecer. Cada vez mais gosto de estar perto de mim.
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