segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Constatações LVIII
Os Gato Fedorento colocaram a possibilidade (irreal, claro!), do Zé Carlos se transformar num programa da manhã.
Eu digo que, se continuarem assim, não lhes falta muito.
Quando os momentos mais engraçados do programa são os "tesourinhos deprimentes", algo vai bastante mal.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Ah? (2)
E então não é que, segundo os nuestros hermanos do "El Mundo", José Sócrates é o 6º homem mais elegante do mundo?
Mais do que o Jude Lawzinho????
Abstenho-me de comentar.
Post it:
O mundo está louco (e eu vivo nele)
Adeus
Há momentos e pessoas em que acredito valer a pena apostar. Um feeling... a força de um olhar... ou simplesmente a persistente vontade que tenho de que as pessoas sejam um bocadinho melhores do que são. Por vezes acontece, a maioria não, que já devia saber, por esta altura, que as gentes não são os seres bondosos e honestos que gostaria que fossem.
Iludo-me assim e, na próxima, iludir-me-ei outra vez (e outra e outra vez). Porque não consigo (não quero?) que seja diferente.
No entanto, quando percebo que nunca me conseguirão dar o mesmo que eu dou (e, em tudo o que faço, dou sempre muito) acabo por desistir. Não vale a pena quando já não se acredita, não é?
Não acredito em ti.
Desisto.
Adeus.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Amor & Sexo
(…) Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...
Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...
Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...
RITA LEE
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Musicolândia
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Passagens
"Ao fim e ao cabo, cada vida não é mais do que a soma de factos contingentes, uma crónica de intersecções casuais, de golpes de sorte, de acontecimentos aleatórios que revelam apenas a sua própria ausência de propósito."
Paul Auster in O quarto fechado - A trilogia de Nova Iorque
Post it:
Livrolândia
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Resolução
Da próxima vez que quiser ver uma comédia e deixar-me levar pela crítica de jornais ou revistas lembrar-me que: onde se diz hilariante deverei ler com alguma piada (por vezes); onde se diz imperdível deverei ler nada de mais; onde se diz uma das melhores comédias do ano deverei ler se fosse mesmo bom já tinha ouvido falar, não?
Post it:
Cinemolândia
Gosto do frio que me gela a cara e as mãos nestes dias calmos. Gosto de caminhar sem tempo pelas ruas iluminadas, doiradas, apinhadas de gente que acredita que a vida é mais fácil assim. Gosto das músicas de Sinatra que ecoam por toda a cidade, sobrepondo-se ao barulho dos carros e aos gritos das crianças excitadas. Gosto de calcorrear a minha alma como se ela fosse feita de neve. Deixando pequenas pegadas que já estão a desaparecer. Cada vez mais gosto de estar perto de mim.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Perguntinha
Será que esta tendência para andar sempre na corda bamba me será inata ou foi algo que fui desenvolvendo?
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Ansiedades
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Passagens
"Mas as oportunidades perdidas também fazem parte da vida como as oportunidades assumidas, e as histórias não podem viver do que poderiam ter sido."
Paul Auster in Fantasmas - A trilogia de Nova Iorque
Post it:
Livrolândia
Constatações LVII
Nada como um homem novo no local de trabalho para o mulherio ficar todo histérico. Atrever-me-ia a afirmar que, desde esse momento, há interessadas (independentemente do seu estado civil) que passaram a vir trabalhar muito mais arranjadas.
Post it:
Seres estranhos
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Fait-divers
Depois de 4 aulas de salsa, eu e o meu partenaire abandonamos a aula a meio, debaixo do olhar desaprovador do professor. É que, quando não há vontade, não há nada a fazer. Ainda por cima os restantes pares são muito obcecados, e olham-nos de lado quando começamos a fazer verdadeiras coreografias Dança Comigo e a rir-mo-nos que nem malucos das nossas actuações!
Assim, decidimos ir fumar cigarros e falar sobre a vida. Opções...
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Podia ter sido pior
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
E quando me sinto assim...
triste,
cansada,
derrotada,
escrevo para que a alma deixe de me pesar.
Que sensação esta de impotência,
que me aperta,
que me desfoca.
E quando me sinto assim...
em que não tenho lágrimas,
em que os gritos me saem mudos,
vazios de qualquer intenção...
Escrevo.
É o meu refúgio.
A minha única evasão.
triste,
cansada,
derrotada,
escrevo para que a alma deixe de me pesar.
Que sensação esta de impotência,
que me aperta,
que me desfoca.
E quando me sinto assim...
em que não tenho lágrimas,
em que os gritos me saem mudos,
vazios de qualquer intenção...
Escrevo.
É o meu refúgio.
A minha única evasão.
Na idade dos porquês
Qual terá sido o exacto momento em que as pessoas perderam a capacidade de conversar, frente-a-frente, olhos nos olhos? Vejo-as agarradas aos computadores, com amigos por todo o mundo mas sem ninguém ao seu lado. Será impressão minha ou vivemos numa global solidão? Em que o toque foi substituído por letras escritas (inventadas?) em teclados impessoais; em que o olhar foi substituído por câmaras e ecrãs aos quais é demasiado fácil fugir.
Qual terá sido o exacto momento em que as pessoas julgaram que as relações se constroem assim?
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Dúvidas existenciais
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