La Môme, no original, realizado por Olivier Dahan, e contando entre outros, com as interpretações de Emmanuelle Seigner, Gérard Depardieu e Marion Cotillard, este filme, ganhador de dois Óscares (melhor actriz e caracterização) deixou-me de lágrimas nos olhos e um nó no coração (ou na alma ou na garganta, ou em todos, não sei bem).
In "O profundo silêncio das manhãs de domingo",
de Manuel Jorge Marmelo

Gostava de concluir este post de forma pomposa mas... faltam-me as palavras.
Cada vez sou menos preconceituosa. Por exemplo, tenho como amigos pessoas que, talvez há uns anos atrás, não quisesse sequer conhecer. Simplesmente pela sua forma de vestir ou de falar. Ou por características da sua personalidade que considerava graves defeitos. Hoje tento aceitá-los como são, tendo aprendido que ninguém é perfeito e que uma pessoa com "graves defeitos" pode ter também enormes encantos. Esta é a minha regra. Uma excepção: pessoas que calçam as sapatilhas da foto. Não consigo levá-las a sério, não percebo como é que alguém com uma mente equilibradamente sã consegue usá-las. Talvez um dia...