quinta-feira, 8 de março de 2007

Regresso ao passado

Gostei muito da Gala dos 50 anos da RTP. Principalmente pelas imagens que fizeram parte da minha infância e que não pensei voltar a ver. Adorei rever as publicidades (quem se lembra do BIC, BIC, BIC, BIC, BIC, BIC. BIC laranja tralalá, BIC azul tralalá). As séries (por exemplo, o famoso Duarte & Companhia). Os desenhos animados (que saudades do D'Artacão, da Abelha Maia, do Bana e Flapi, do Tom Sayer, entre outros). O aspecto que tínhamos durante os anos 80 (cada susto!!). As músicas que mandavam as crianças dormir (porque é que acabaram com isso?). Só não gostei mesmo de ter de levar com os vários planos e bocas estúpidas do (supostamente humorista) Fernando Mendes. Não tenho paciência para o homem. Definitivamente.

quarta-feira, 7 de março de 2007

Sobre o amor...


Entreguei-te o meu coração.

E todos os dias agradeço

tê-lo feito.

Constatações XV

Por vezes sinto que nunca ultrapassei a idade dos porquês.

(Partindo do pressuposto - ou será preconceito? - de que tem de existir uma idade para tal.)
Da janela que corre, ora lenta, ora fugazmente, vejo os dias a passar. Verdes, muito verdes, pontuados por casinhas de aldeia no centro da confusão. Amarelos, cor de terra, ou azuis cor do céu. Sinto-os a passar devagar, ao ritmo de folhas de árvore que teimam em não cair, ainda que a natureza lhes ordene que sim. Parados. Como se assim se pudessem encontrar todas as pessoas do mundo que querem, de facto, se (re)encontrar. Um porto. De chegada ou de partida. Não é assim que os dias que passam, por vezes parados, são?

segunda-feira, 5 de março de 2007

Queria escrever

mas...

... NÃO TENHO

TEMPOOO!!!

Momentos perfeitos são...

... Abraçar uma grande amiga enquanto cantamos What a wonderful world, de Louis Armstrong, e soletramos I love you...

...Falar com uma pessoa que está longe, mas senti-la bem junto de mim...

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Sobre os Oscares (II)

O melhor filme estrangeiro é obrigatório de se ver. "A vida dos outros", filme alemão realizado por Florian Henckel Donnersmarck, sobre as actividades da STASI (a polícia secreta da ex-Alemanha oriental), é um daqueles filmes que me fez ficar na cadeira do cinema para além do filme acabar. A olhar para o ecrã mas sem o ver. Simplesmente a digeri-lo. A degustá-lo.

Sobre os Oscares (I)

Adormeci às três da manhã. Antes de que qualquer coisa de verdadeiramente interessante tivesse acontecido.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Hoje este blog movimenta-se ao som de...


BLASTED MECHANISM

...

As palavras seguintes constam de um texto escrito por um jovem de 26 anos:

1. Prontes
2. Esperção
3. Sedutoura
4. Xatiada
5. Degote
6. Jentil
7. Possas
8. Avia
9. Ó não
10. Perçebi
11. Menssajem
12. Fumu
13. Ódepois
14. Trajos
15. Xoras

Tradução:

1. Pronto
2. Expressão
3. Sedutora
4. Chateada
5. Decote
6. Gentil
7. Poças
8. Havia
9. Ou não
10. Percebi
11. Mensagem
12. Fumo
13. Depois
14. Trajes
15. Choras

Prontes!! E assim se vai falando e escrevendo em português.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

Hoje sinto-me assim...


Relatividade

s. f.,

qualidade ou estado do que é relativo;

contingência;

condicionalidade;

É um conceito com o qual me tenho deparado variadíssimas vezes. Porventura um dos mais presentes na vida. Porque tudo é tão relativo... O que é de determinada forma hoje será diferente amanhã. E já havia sido diferente antes. O que já foi preto é branco. Ou de outra cor qualquer.
Impressiona-me a relatividade da mente humana. Das sensações. Do tempo. Das formas de se ser e querer ser. Das emoções. Do espaço. Dos conceitos.
Impressiona-me, sobretudo, a relatividade da própria relatividade. Que, para mim (lá está a relatividade novamente) é difícil de explicar. Ou talvez não...



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

E se as lágrimas me fogem assim é porque nelas encontro

o conforto de te sentir sempre comigo...

Apontamentos televisivos

1. Ontem vi pela primeira vez (parte) do Hora H, do volta-que-estás-semi-perdoado-Herman. E gostei. A fazer-me lembrar um pouco o Tal Canal. A voltar a fazer-me rir. Como não me ria desde o Herman Enciclopédia. Aguardo novos episódios para confirmar. Um senão: a falta do Monchique.

2. Nunca pensei ouvir o André Sardet a cantar "A minha sogra é um boi", dos Mata-Ratos, na televisão. Mas ele fê-lo (no Diz que é uma espécie de magazine), com a letra alterada para qualquer coisa como "A progenitora da minha esposa é um bovino". Admirei-lhe a ousadia e fiquei a simpatizar mais com o moço.

3. Um outro programa a ver com frequência é Um prazer dos diabos (na SIC Mulher, às 4ªas., pelas 22h30m, com várias repetições), mais ou menos definível como de crítica humorística sócio-política. Gosto especialmente da Inês Meneses: tem o tipo de humor sarcástico e irónico do qual sou fã.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Quando voltaste questionei-te porquê. Se por cansaço ou por dever. Se por desejo ou, simplesmente, porque já não tinhas nada a dar. Fugiste-me à questão. Fugiste-me ao olhar. Desculpaste-te por entre frases feitas nas quais não acreditei. Mais tarde, bastante mais tarde, confessaste-me que voltaste por cobardia. E que era a cobardia que te impedia de voltar a partir.
"As coisas mais belas

são ditadas pela loucura

e escritas pela razão."


André Gide

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Constatações XIV

Trabalhar ao som de música clássica sabe muito bem.

Irritações do quotidiano*

(* Subtítulo: Ou deixa de ir comprar frango)

Há atitudes nas pessoas que, por vezes, conseguem irritar-me verdadeiramente. Ontem dirigi-me a um hiper para comprar um frango no churrasco. Chego, tiro a senha da praxe e ando para lá, do género ver montras, enquanto espero que saia a nova fornada (uma seca, portanto!). Quando faltam cerca de três números para chegar a minha vez aproximo-me do emaranhado de gente que está praticamente em cima do balcão. Finalmente chega a minha vez e lá vou eu a furar dizendo com licença, com licença. Conclusão: todas aquelas pessoas esperando ansiosamente coladas ao balcão estavam depois de mim. GGggrrrr, nervos! Será que pensam que serão servidos mais rapidamente por estarem mais próximos dos frangos? Mais à frente? Enfim...

Outra sensação parecida (ou seja, de grande irritação), ocorre-me quando estou numa fila à espera de algo. Porque é que as pessoas se colam a nós? É para andarmos mais rápido? Ou para nos pressionarem a colar-mo-nos ao próximo numa atitude de intimidação? GGGrrrr, nervos! Muitos nervos...

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Este blog encontra-se em expansão internacional


Sim, sim!! Com visitas do Brasil, EUA, China, Perú, Suécia,

Luxemburgo, Irlanda, Costa Rica e Roménia!!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Hoje acordei...

e senti que o meu país

é mais verdadeiro.