sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
E porque hoje me apetece... (recordar)
I live on the second floor
I live upstairs from you
Yes I think you've seen me before
If you hear something late at night
Some kind of trouble. some kind of fight
Just don't ask me what it was
Just don't ask me what it was
Just don't ask me what it was
I think it's because I'm clumsy
I try not to talk too loud
Maybe it's because I'm crazy
I try not to act too proud
They only hit until you cry
And after that you don't ask why
You just don't argue anymore
You just don't argue anymore
You just don't argue anymore
Yes I think I'm okay
I walked into the door again
Well, if you ask that's what I'll say
And it's not your business anyway
I guess I'd like to be alone
With nothing broken, nothing thrown
Just don't ask me how I am
Just don't ask me how I am
Suzanne Vega
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
de Alejandro González Iñárritu
Se Babel fosse um livro, era-o de contos. De vidas distanciadas. Pelo espaço e pela forma. O filme não tem um fim. Nem uma moral. Percorre apenas momentos cruciais de existências. Que, sem se tocarem, se tocam. É também sobre consequências: até que ponto um acto praticado por alguém pode condicionar a vida de outro. Sem que qualquer um deles tenha disso noção. Uma visão, quanto a mim, deliciosamente crua de realidades.
(Nota: Até de bigode Gael García Bernal fica bem! Tinha de o dizer...)
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
A noite
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Genialidade
"(...) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto... mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (...) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (...) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo... só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado."
"No fundo o que é enlouquecer? É sair de uma determinada norma, não é? É preciso muita coragem para se ser realmente louco."
António Lobo Antunes
Divagações bloguísticas

Um blogue pode ser equiparado a uma relação de amor. No sentido de que o outro da relação tem de ser acarinhado, sentir-se amado, para que a mesma saia fortalecida a cada passo. Assim, como sujeito activo desta relação blog - autora, hoje cultivo-o com muita dedicação.Constatações XII
P.S.: Porque é que terei eu feito (de uma forma absolutamente inconsciente, claro!!) esta associação?
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Coisas
Podia definir a vida como a soma de coisas e coisas e mais coisas. Porque elas estão sempre a suceder-se (sucessivamente) e preenchem os vazios deixados por nós.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
E porque hoje me apetece...
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Aditamento ao post anterior
Notícias da Índia
Constatações XI
. A falta de respeito
. A incompetência
. Tentarem dar-me a volta quando sei que tenho razão
Como dizia o Miguel Esteves Cardoso (e aqui, adapto à - minha - realidade profissional), o trabalho é fodido.
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Saudade
Imperdível é...
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Constatações X
terça-feira, 9 de janeiro de 2007
Mais música*
Muitos parabéns Sr. Bowie
“60 é o número mágico de David Bowie
O mestre da reinvenção já foi Ziggy Stardust, Aladdin Sane ou Thin White Duke. A partir de hoje, David Bowie é um respeitável senhor de 60 anos de idade.
Mas não se pense que a data o intimida. Cada vez mais o rock é coisa de gente adulta e David Robert Jones, de seu verdadeiro nome, nascido a 8 de Janeiro de 1947, em Brixton, Inglaterra, sabe-o muito bem. Sabe-o tão bem que é possível dizer-se que nunca gerou tanto capital como nos últimos anos. Estima-se que o cantor valha na actualidade quase 180 milhões de euros e que a sua última digressão, a Reality Tour, tenha gerado mais de 40 milhões. Hoje, Bowie não tem planos para festejar a data. Limitou-se a dizer à imprensa que ficará em casa com a família. Mas os fãs é que não estão pelos ajustes e preparam-se para uma noite de arromba. Em cidades como Londres, Milão, Berlim, Roma ou Tóquio está prevista uma série de concertos que assinalam o aniversário, e todos contarão com a presença de uma série de bandas de homenagem. Nos próximos meses, o cantor prepara-se para mais desafios, depois de em 2004 ter abrandado com as lides discográficas e suspendido mesmo uma série de concertos devido a complicações cardíacas. "O último ano foi fantástico - andar a pé de manhã, ver filmes à tarde e à noite ouvir novas bandas foi a minha cura", disse recentemente. Mas foi um descanso activo, porque não deixou de apadrinhar bandas que estavam no início, como aconteceu com os canadianos Arcade Fire ou com os americanos Clap Your Hands and Say Yeah, que se viriam a revelar fenómenos de sucesso. O seu próximo projecto é a curadoria do festival High Line, que se realiza já em Maio, em Nova Iorque, e que culminará com um grande concerto ao ar livre da sua autoria. Apesar de ter feito, nos últimos anos, algumas aparições em concertos como convidado (Arcade Fire e David Gilmour), será o seu primeiro concerto dos últimos três anos. O evento incluirá música, mas também performance, artes visuais, cinema e acções nocturnas, numa mistura de novos talentos e consagrados. Apesar de ainda não ser oficial, tudo indica que o criador de êxitos que atravessam gerações como Heroes, Space Oddity, Ashes to Ashes ou Let"s Dance deverá lançar também um novo álbum lá para o final do ano, seguindo-se uma digressão. O que é mesmo certo é a reedição de cerca de 17 álbuns de uma longa carreira iniciada em 1967 com um homónimo longa-duração. Ao contrário de outras estrelas da sua geração, como Paul McCartney ou Elton John, Bowie nunca investiu em propriedades pelo mundo fora. Segundo o jornal The Independent, possuirá apenas terrenos na zona de Nova Iorque, onde tenciona construir uma nova casa, e um apartamento, em Manhattan, que partilha com a sua mulher, a ex-modelo Iman, e a sua filha mais nova, Alexandria, mais conhecida por Lexi. Hoje há festa lá em casa.”
In Público on line
segunda-feira, 8 de janeiro de 2007
Apontamentos televisivos
Sem título
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Hoje sinto-me assim...
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Genialidade
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
A retroescavadora (e o seu efeito íman)
quarta-feira, 20 de dezembro de 2006
Actualidades
Pedro Albergaria, um dos autores do parecer, citado hoje pelo "Diário de Notícias", considera que, não estando previsto no Código Civil o casamento de pessoas do mesmo sexo, não se pode estabelecer no Código Penal que a violência entre casais homossexuais constitua um crime específico dos relacionamentos conjugais ou paraconjugais. De acordo com este juiz, também "não está minimamente demonstrado que estas situações [de violência] existem", sendo que o legislador deve legislar sobre o que geralmente acontece e não sobre o que pode acontecer." (...)
Contra-ataque
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Quero ver os peixes a bailar
Entre Aspas
segunda-feira, 18 de dezembro de 2006
Inquietação
do Lat. inquietationeestado de inquieto;
apoquentação;
excitação;
nervosismo;
preocupação;
sobressalto.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Alguém me compreende...
Finalmente!! Alguém que é entendido na matéria vem defender o que eu defendo desde sempre!!
quarta-feira, 13 de dezembro de 2006
As 7 maravilhas de Portugal
Manel Cruz
Ricardo Araújo Pereira
Jorge Palma
Vítor Baía
José Fidalgo
José Mourinho
terça-feira, 12 de dezembro de 2006
Adeus
segunda-feira, 11 de dezembro de 2006
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Eu vou ser uma estrela de cinema
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Constatações IX
"Jogo de Espelhos"...
Hard Candy, de David Slade, é forte... muito forte... E labiríntico... "A personagem central deste filme de suspense é Hayley (Ellen Page), uma rapariga de 14 anos, inteligente, mas que comete um erro que pode ser fatal. Marca um encontro num café com um homem mais velho que conheceu na internet. Jeff (Patrick Wilson) tem 30 anos, é fotógrafo de moda, elegante, perspicaz e sedutor, mas Hayley não deveria ter-lhe sugerido que fossem para o apartamento dele...Uma vez lá chegada, a adolescente encontra uma garrafa de vodka e começa a fazer misturas. Pelo meio, sugere-lhe que faça uma sessão fotográfica e despe-se. Para Jeff tudo parece correr às mil maravilhas até ao momento em que começa a ficar com visão turva, sente as pálpebras a fecharem-se e adormece...Quando acorda está amarrado e completamente imóvel, com Hayley a querer que confesse os seus pecados. E é bom que o faça depressa, porque ela aprendeu muita coisa na internet e tem um plano... Dois actores confinados ao espaço de uma casa guiam (ou desorientam?) o espectador durante os 100 minutos que dura esta aventura. Afinal quem é a vítima aqui (se é que existe uma)?"
Breakfast on Pluto, de Neil Jordan, é um filme que podia ser canção. Porque é melodioso, livre. Perfeito nos compassos. Em que até os passarinhos falam. Não se pense, no entanto, que por isso é fantasioso ou superficial... Conta-nos a história de Kitten, uma mulher que nasceu homem, filha de um pai que é padre e uma mãe que a abandonou... E esta descrição já bastaria para deixar antever um drama complexo e choramingas... Nada disso... Este filme é muito mais do que isso... Uma lição de verdade e liberdade... E de coragem... E de beleza... E de vida... Obrigatório.
terça-feira, 28 de novembro de 2006
segunda-feira, 27 de novembro de 2006
Bombástico!!
quarta-feira, 22 de novembro de 2006
terça-feira, 21 de novembro de 2006
(Sobre)vivência
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Um ano depois...
Finalmente alguém faz alguma coisa!
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Favores em Cadeia

Ontem tive a oportunidade (e o privilégio) de rever este filme, de Mimi Leder, na RTP 1. A fazer-me lembrar que Kevin Spacey, Helen Hunt e Haley Joel Osment são grandes actores. A fazer-me chorar baba e ranho, especialmente no final. A fazer-me acreditar que estas coisas podem mesmo acontecer, se nos esforçarmos minimamente. Que pessoas podem mudar o rumo de outras. A fazer-me acreditar que o mundo pode ser um sítio melhor. Porque o mundo não tem de ser uma merda...
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
É o que se consegue arranjar!!!
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Constatações VI
Curiosidades
Cientistas espanhóis desenvolveram um novo tomate geneticamente modificado, azul, que tem uma série de proteínas que não podem ser encontradas no tomate comum. A sua cor tem por objectivo permitir a distinção de um tomate normal. segunda-feira, 6 de novembro de 2006
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Constatações V
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Ontem, pelos vistos, foi assim...
"Muse no Campo Pequeno : Grupo novo rock
Os Muse provaram no Campo Pequeno porque razões conseguem ser uma das forças catalisadoras de adrenalina dentro do «rock’n’roll». Com discos melhores ou piores, é em palco que Matthew Bellamy e companhia mostram o seu virtuosismo.
A passagem dos Muse por Portugal é sempre mais do que um simples regresso para apresentar um novo disco. «Black Holes and Revelations» é porventura o disco menos inspirado da sua carreira o que em momento algum se reflectiu no espectáculo.
Mas não por acaso, o concerto do Campo Pequeno foi mais uma antologia em que couberam confortavelmente «New Born», «Plug in Baby» ou «Time is Running Out» do que uma amostra do último álbum.
A renovada Praça de Touros deu lugar a um palco de dimensões avultadas onde os três músicos nunca se perderam no meio de arranjos tecnológicos e pirotecnia de conta bancária cheia. Um complemento perfeito entre som e imagem, sem nunca cair no exagero.
Se dúvidas tivessem sido levantadas por uma inversão «disco» no percurso dos Muse, a actuação que apresentaram devolveu a banda ao território que lhe pertenceu, o do rock. Com direito a psicadelismos, extravagâncias mas acima de tudo, grandes canções plenas de músculo e pujança. Um dos concertos de 2006."
Davide Pinheiro in Diário Digital
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Menina-mulher
A mãe chamava-a mas ela não ouvia. Adorava brincar às mulheres. Vestia e despia as saias, os tops, os vestidos de Verão da tia. Calçava sandálias de tiras. Punha lenços na cabeça. Tirava-os. Piscava o olho entre uma muda de óculos de sol. Imaginava-se numa passerelle. O espelho aplaudia. Sorria. Fazia poses de estrela. Dançava ao sabor da imaginação. Adorava a profusão de cores das roupas espalhadas pelo quarto. Em cima da cama. No chão. Queria crescer. Dava voltas por entre tiques de sedução. Passava tardes inteiras assim. Colocava brincos e anéis e pulseiras. Os lábios de um vermelho muito vivo e desalinhado. Os olhos de verde e roxo e esperança. Punha, tirava, apertava. Passava tardes inteiras assim...Aborto
quinta-feira, 19 de outubro de 2006
Susto
Reflexões
"Procede deste modo, caro Lucílio: reclama o direito de dispores de ti, concentra e aproveita todo o tempo que até agora te era roubado, te era subtraído, que te fugira das mãos. Convence-te de que as coisas são tal como as descrevo: uma parte do tempo é-nos tomada, outra parte vai-se sem darmos por isso, outra deixamo-la escapar. Mas o pior de tudo é o tempo desperdiçado por negligência. Se bem reparares, durante grande parte da vida agimos mal, durante a maior parte não agimos nada, durante toda a vida agimos inutilmente.”segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Futebolices
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
"A minha casinha"
A conversa com um amigo, que me falava das saudades que tinha da sua anterior casa, onde viveu por três anos, levou-me a pensar na relação que tenho com a minha casa. Nunca pensamos nisso, não é? As nossas casas são-nos tão nossas que nem pensamos nisso.
Hoje pensei na minha. Que é acolhedora. Pequena. Serena. De onde ouço passarinhos ao acordar. E depois é cúmplice... Quem nos conhecerá melhor do que a nossa casa? Ouve-nos os risos, os choros, os gemidos de prazer. Ouve-nos os passos. E ninguém melhor que ela nos conhece os humores, as mágoas, as alegrias.
Gosto da minha casa... tenho-a como uma amiga silente que me é cúmplice. Companheira...
* P.S.: A minha casa não é como a da fotografia... Mas um dia chego lá!
Constatações II
que possamos ter surgem mesmo antes do sono.
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Voltas
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Folhas Soltas
Hoje sinto-me assim...
Beautiful dawn - lights up the shore for me
There is nothing else in the world
I'd rather wake up and see (with you)
Beautiful dawn - I'm just chasing time again
Thought I would die a lonely man, in endless night
But now I'm high; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
Beautiful dawn - melt with the stars again
Do you remember the day when my journey began?
Will you remember the end (of time)?
Beautiful dawn - You're just blowing my mind again
Thought I was born to endless night, until you shine
High; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
Will you be my shoulder when I'm grey and older?
Promise me tomorrow starts with you
Getting high; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
James Blunt
















