terça-feira, 21 de novembro de 2006
(Sobre)vivência
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
quarta-feira, 15 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
Um ano depois...
Finalmente alguém faz alguma coisa!
segunda-feira, 13 de novembro de 2006
Favores em Cadeia

Ontem tive a oportunidade (e o privilégio) de rever este filme, de Mimi Leder, na RTP 1. A fazer-me lembrar que Kevin Spacey, Helen Hunt e Haley Joel Osment são grandes actores. A fazer-me chorar baba e ranho, especialmente no final. A fazer-me acreditar que estas coisas podem mesmo acontecer, se nos esforçarmos minimamente. Que pessoas podem mudar o rumo de outras. A fazer-me acreditar que o mundo pode ser um sítio melhor. Porque o mundo não tem de ser uma merda...
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
É o que se consegue arranjar!!!
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
Constatações VI
Curiosidades
Cientistas espanhóis desenvolveram um novo tomate geneticamente modificado, azul, que tem uma série de proteínas que não podem ser encontradas no tomate comum. A sua cor tem por objectivo permitir a distinção de um tomate normal. segunda-feira, 6 de novembro de 2006
quinta-feira, 2 de novembro de 2006
segunda-feira, 30 de outubro de 2006
Constatações V
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Ontem, pelos vistos, foi assim...
"Muse no Campo Pequeno : Grupo novo rock
Os Muse provaram no Campo Pequeno porque razões conseguem ser uma das forças catalisadoras de adrenalina dentro do «rock’n’roll». Com discos melhores ou piores, é em palco que Matthew Bellamy e companhia mostram o seu virtuosismo.
A passagem dos Muse por Portugal é sempre mais do que um simples regresso para apresentar um novo disco. «Black Holes and Revelations» é porventura o disco menos inspirado da sua carreira o que em momento algum se reflectiu no espectáculo.
Mas não por acaso, o concerto do Campo Pequeno foi mais uma antologia em que couberam confortavelmente «New Born», «Plug in Baby» ou «Time is Running Out» do que uma amostra do último álbum.
A renovada Praça de Touros deu lugar a um palco de dimensões avultadas onde os três músicos nunca se perderam no meio de arranjos tecnológicos e pirotecnia de conta bancária cheia. Um complemento perfeito entre som e imagem, sem nunca cair no exagero.
Se dúvidas tivessem sido levantadas por uma inversão «disco» no percurso dos Muse, a actuação que apresentaram devolveu a banda ao território que lhe pertenceu, o do rock. Com direito a psicadelismos, extravagâncias mas acima de tudo, grandes canções plenas de músculo e pujança. Um dos concertos de 2006."
Davide Pinheiro in Diário Digital
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Menina-mulher
A mãe chamava-a mas ela não ouvia. Adorava brincar às mulheres. Vestia e despia as saias, os tops, os vestidos de Verão da tia. Calçava sandálias de tiras. Punha lenços na cabeça. Tirava-os. Piscava o olho entre uma muda de óculos de sol. Imaginava-se numa passerelle. O espelho aplaudia. Sorria. Fazia poses de estrela. Dançava ao sabor da imaginação. Adorava a profusão de cores das roupas espalhadas pelo quarto. Em cima da cama. No chão. Queria crescer. Dava voltas por entre tiques de sedução. Passava tardes inteiras assim. Colocava brincos e anéis e pulseiras. Os lábios de um vermelho muito vivo e desalinhado. Os olhos de verde e roxo e esperança. Punha, tirava, apertava. Passava tardes inteiras assim...Aborto
quinta-feira, 19 de outubro de 2006
Susto
Reflexões
"Procede deste modo, caro Lucílio: reclama o direito de dispores de ti, concentra e aproveita todo o tempo que até agora te era roubado, te era subtraído, que te fugira das mãos. Convence-te de que as coisas são tal como as descrevo: uma parte do tempo é-nos tomada, outra parte vai-se sem darmos por isso, outra deixamo-la escapar. Mas o pior de tudo é o tempo desperdiçado por negligência. Se bem reparares, durante grande parte da vida agimos mal, durante a maior parte não agimos nada, durante toda a vida agimos inutilmente.”segunda-feira, 16 de outubro de 2006
Futebolices
sexta-feira, 13 de outubro de 2006
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
"A minha casinha"
A conversa com um amigo, que me falava das saudades que tinha da sua anterior casa, onde viveu por três anos, levou-me a pensar na relação que tenho com a minha casa. Nunca pensamos nisso, não é? As nossas casas são-nos tão nossas que nem pensamos nisso.
Hoje pensei na minha. Que é acolhedora. Pequena. Serena. De onde ouço passarinhos ao acordar. E depois é cúmplice... Quem nos conhecerá melhor do que a nossa casa? Ouve-nos os risos, os choros, os gemidos de prazer. Ouve-nos os passos. E ninguém melhor que ela nos conhece os humores, as mágoas, as alegrias.
Gosto da minha casa... tenho-a como uma amiga silente que me é cúmplice. Companheira...
* P.S.: A minha casa não é como a da fotografia... Mas um dia chego lá!
Constatações II
que possamos ter surgem mesmo antes do sono.
quarta-feira, 11 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
Voltas
sexta-feira, 6 de outubro de 2006
Folhas Soltas
Hoje sinto-me assim...
Beautiful dawn - lights up the shore for me
There is nothing else in the world
I'd rather wake up and see (with you)
Beautiful dawn - I'm just chasing time again
Thought I would die a lonely man, in endless night
But now I'm high; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
Beautiful dawn - melt with the stars again
Do you remember the day when my journey began?
Will you remember the end (of time)?
Beautiful dawn - You're just blowing my mind again
Thought I was born to endless night, until you shine
High; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
Will you be my shoulder when I'm grey and older?
Promise me tomorrow starts with you
Getting high; running wild among all the stars above
Sometimes it's hard to believe you remember me
James Blunt
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Ditos
Desencontros
terça-feira, 3 de outubro de 2006
Amigos gays XI
sexta-feira, 22 de setembro de 2006
Passagens
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
terça-feira, 19 de setembro de 2006
Confissões
Regresso
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
Pause
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Actualidades
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
Frase do Dia
terça-feira, 22 de agosto de 2006
Amigos gays X
Hoje é dia de...
sexta-feira, 18 de agosto de 2006
Os livros
quinta-feira, 17 de agosto de 2006
Saudade
Water
"A widow should be long suffering until death, self-restrained and chaste. A virtuous wife who remains chaste when her husband has died goes to heaven.
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Paredes de Coura, 1º dia: O homem que pôs o «M» em Coura
O mesmo público ficou, inevitavelmente, satisfeito com o regresso da figura icónica que representa Morrissey. Agigantou-se de forma natural. Com uma presença a transbordar charme. Da postura às vestes (trocou de camisa por quatro vezes). Dirigiu-se ao seu público com uma educação irrepreensível. Encenou o chicotear do cabo do microfone no palco como que um fatalismo (romântico) tão presente na sua obra. E nem a saída de palco de forma abrupta, quando tocava «Panic in the Streets of London», fez com o regresso não tivesse sido conseguido. Memorável, apenas…"
Pedro Trigueiro in Diário Digital
segunda-feira, 14 de agosto de 2006
Rolling Stones no Porto: Velhos são os outros!
"Um grande espectáculo e um alinhamento primoroso - ainda que tenha deixado de fora alguns clássicos - levaram o público do Estádio do Dragão à euforia na noite de Sábado. Os Rolling Stones vão na quarta década de existência, mas, perante a dinâmica e energia vistas, velhos são os outros!
Mick Jagger, incrivelmente irrequieto durante todo o concerto, conduziu com mestria os parceiros do grupo e músicos convidados, deslumbrando os cerca de 47.000 espectadores com um cenário fabuloso e que deixa bem longe tudo o que já se viu do género em Portugal, dos U2 a Madonna.
Jagger, Keith Richards, Charlie Watts, Ronnie Wood e os restantes elementos da banda britânica tocaram 20 temas, num rol iniciado em grande estilo com o clip de introdução à digressão «A Bigger Bang» e a interpretação de «Jumpin´Jack Flash» e que terminou num fabuloso encore com «Satisfaction».
O momento alto do espectáculo aconteceu, contudo, quando a parte central do palco se elevou, deslizando por um corredor central até meio do relvado, onde os membros da banda ficaram mais próximos do público, durante alguns temas, entre os quais «Miss You», «She´s So Cold» e «Honky Tonk Women».
Por entre o festival de luz e de som, espaço ainda para ver um Mick Jagger imparável (e a falar na maior parte do tempo no seu português abrasileirado) a prestar homenagem nos écrãs a Ray Charles e a recuperar algumas pérolas como «Ruby Tuesday», abrindo alas a alguns temas bluesy e à oportunidade de escutar Keith Richards, num concerto em crescendo que teve ainda em «Start Me Up», «Sympathy For The Devil» e «Can´t Always Get What You Want» outros pontos de destaque.
Se dúvidas havia, este concerto confirmou que, depois do último álbum de originais (de 2005, o melhor dos últimos 15 anos), os Stones recuperaram anos de vida, desfrutando em pleno - e em palco - do que de melhor estes anos de carreira lhes deram."
sexta-feira, 11 de agosto de 2006
Coisas que já não suporto III
Banalidades do quotidiano (que vale a pena partilhar)
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Banalidades do quotidiano (que vale a pena partilhar)
terça-feira, 8 de agosto de 2006
segunda-feira, 7 de agosto de 2006
Amigos gays IX
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
Dia de Aniversário
Anonimamente.
Sem rosto.
Com confissões.
Segredos.
Banalidades.
No que é que isto vai dar?
Não sei."
quinta-feira, 3 de agosto de 2006
SUDOESTE
Na sexta-feira, 8 de Agosto de 1997, um palco português recebeu um alinhamento de quatro bandas: Entre Aspas, Urban Species, Veruca Salt e Blur. Nada de especial no facto, a não ser que se tratava do primeiro dia da primeira edição de um festival chamado Sudoeste. E que hoje comemora a sua décima edição, sempre na Herdade da Casa Branca, Zambujeira do Mar, Odemira.
Dez anos após um começo singelo - um palco, três dias, 24 concertos -, o (este ano) SWTMN 10.º Festival Sudoeste é actualmente o maior festival de música moderna em Portugal.
Eurico Monchique in PÚBLICO
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
terça-feira, 1 de agosto de 2006
sexta-feira, 28 de julho de 2006
terça-feira, 25 de julho de 2006
Migrações
Estas são algumas das preciosidades que tenho ouvido desta espécie muito particular: “Tá tudo bem. Yaahh, chegamos há três dias. Yaahh, a viagem correu bem. Of course!!”; “Estamos de vacances. Ruth Cristinneeee vem ici à tua maman. Rápido antes que leves dois pares de estalos nesse focinhooooo!!”; e ainda conversas em volume máximo sobre este que acabou de passar, olha, olha, que é filho da D. Ana, aquele que era amante da Susana lá da vila que depois fugiu com o António da Srª. Carmélia, que Deus a tenha que era tão boa mulher e que não merecia isto!!
Além disso, tem-me sido concedido o privilégio de ver um ou outro exemplar do sexo feminino vestido, nomeadamente, com mini-saia verde, sandálias vermelhas, camisolinha amarela e, para compor, as unhazitas pintadas de rosa choque e, claro, lascadas para dar aquele toque especial; finalmente, o cabelo num amarelo muito feio com enormes raízes pretas, composto com a molazita de plástico. Fantástico!!
E fico-me por aqui, não vão pensar que tenho alguma coisa contra os emigrantes. Não tenho (pelo menos em relação àqueles que, depois de emigrarem, não se transformaram em aves raras), mas será que não podiam passar férias longe? É que durante o ano inteiro já tenho de levar com as suas grandiosas obras de arte a que os mesmos chamam de casas…
sábado, 22 de julho de 2006
E porque hoje me apetece recordar filmes...
Filme que nos dá a conhecer os destinos das pessoas que viviam na Residência Espanhola (quem não se lembra desse filme maravilhoso?), após o fim da faculdade.
Cada um segue o seu destino e voltam a reencontrar-se para um casamento.
Não é tão engraçado como o primeiro mas não deixa de ser obrigatório vê-lo: relata as relações, emoções, dúvidas, medos, erros de jovens adultos.
O atentado de Mombai
Pacheco Pereira in Sábado
Frase do dia
sexta-feira, 21 de julho de 2006
Ternura
Desvio dos teus ombros o lençol
que é feito de ternura amarrotada,
da frescura que vem depois do Sol,
quando depois do Sol não vem mais nada...
Olho a roupa no chão: que tempestade!
há restos de ternura pelo meio,
como vultos perdidos na cidade
em que uma tempestade sobreveio...
Começas a vestir-te, lentamente,
e é ternura também que vou vestindo,
para enfrentar lá fora aquela gente
que da nossa ternura anda sorrindo...
Mas ninguém sonha a pressa com que nós
a despimos assim que estamos sós!
David Mourão Ferreira
Para ler todos os dias ao acordar.
quinta-feira, 20 de julho de 2006
terça-feira, 18 de julho de 2006
segunda-feira, 17 de julho de 2006
E porque hoje me apetece recordar filmes...
















