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terça-feira, 13 de julho de 2010

WTF?

Tenho muitas dificuldades em compreender as pessoas conhecidas que passam por mim na rua e fingem não me conhecer. Mais, revolvem-se-me as tripas. Tenho dois casos exemplificativos. Num deles, a pessoa, de um momento para o outro, deixou de me cumprimentar o que, por vezes, acarreta-lhe grandes dificuldades, ao tentar aparentar que não me vê; resolução fácil: deixei de cumprimentá-la também e a coisa ficou por aí. No outro caso, a pessoa ora cumprimentava, ora fingia que não me via. Com a paciência de santa que tenho, deixei a coisa correr durante uns meses, até que chegou o dia em que a paciência se esgotou e decidi não tolerar mais aquele comportamento ridículo. Na semana passada passou por mim, deu-me um olá e levou com uma cara fechada e trombuda. Recuso-me compactuar com este género de atitude.
O que é que levará (determinadas) pessoas a agirem assim? Se alguém souber que me dê umas dicas, please, que não consigo perceber, juro que não.

P.S.: Não sei se ajuda à explicação, mas estamos face a duas pessoas do sexo feminino.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Assim torna-se difícil abandonar o tema imbecilidade


Segundo a imprensa, o cardeal Joseph Ratzinger (que é, nada mais nada menos que o Papa Bento XVI), quando presidia à Congregação para a doutrina da Fé, em 1996, e outros membros do Vaticano, terão encoberto os abusos sexuais de um padre norte-americano suspeito de molestar cerca de 200 crianças numa escola para surdos no Wisconsin, segundo documentos eclesiásticos obtidos pelo New York Times.
Ora, como o Papa vem de visita a Fátima (a Igreja Católica até preparou um hino cujo refrão é este belo Bem-vindo, bem-vindo, Pastor Universal! Santo Padre, bem-vindo a Portugal), parecia-me bastante plausível mostrarmos o quão hospitaleiros somos, recebendo-o com dúzias e dúzias de ovos podres e mal-cheirosos. No mínimo.
 

terça-feira, 16 de março de 2010

Como?


O grupo editorial Leya queimou milhares de livros (onde se incluíam autores como Jorge de Sena e Eugénio de Andrade), por não querer suportar o custo com a sua armazenagem, e por não os poder recolocar no mercado (estavam demasiado velhos, estragados e, logo, não tinham já valor comercial). O grupo ainda tentou enviá-los para Timor, mas o Ministério dos Negócios Estrangeiros não quis assumir os custos com o seu transporte. Como a editora também não, toca a queimar tudo que sempre sai mais barato.
A propósito, Miguel Esteves Cardoso (que, como eu, ama os livros) escreveu na 5ª feira passada, no Público, que deseja sinceramente que a Leya se foda.
Subscrevo. Inteira e sinceramente também.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010


O estado actual do país?
Assim a modos que esfrangalhado.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Espírito natalício é...

Conseguir aguentar heroicamente na noite de Natal, por causa da família, o Jogo Duplo apresentado pelo Fernando Mendes.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

E se defendessem as criancinhas de África? (Outra vez)

E porque está outra vez na ordem do dia os casamentos gays (parece que não há coisas importantes que devem ser discutidas no e pelo país), repesco um texto que escrevi em Fevereiro, porque continuo a pensar exactamente assim.

"Já me irrita ligeiramente todo este sururu à volta dos casamentos gay, ou entre homossexuais ou, como alguns entrevistados dizem na televisão, homemsexuais, que é uma expressão que muito me apraz; e ainda não estamos na fase dos acesos debates - que não vou ver -no Prós e Contras, na fase das análises sociológicas profundas, do quem somos, para onde vamos, será que há vida em Marte?
Irrita-me sobretudo a defesa de valores e princípios bacocos, desconstruíveis em menos de nada, assentes na debilidade do que supostamente é normal.
Não quero com isto dizer que sou uma acérrima defensora dos casamentos entre gays. Penso apenas que não tenho nada a ver com isso. Aliás, ninguém tem nada a ver com isso! Logo, se há gays que querem casar, deixem-nos casar, que isso não diz respeito a ninguém se não aos próprios. Por mim, até pode ser de véu e grinalda
."

Agora o tema aquece com a possibilidade de se referendar o assunto que, no fundo, consiste num referendo sobre a liberdade de cada um. Sinto o estômago a revolver-se violentamente.

domingo, 4 de outubro de 2009

Definições

Inveja
s.f.
1. Desgosto pelo bem alheio.
2. Desejo de possuir o que o outro tem (acompanhado de ódio pelo possuidor).
ou

1.Sentimento altamente repugnante associado a pobres coitados que não têm nada melhor para fazer.

2. Sina triste.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Incompreensões

Não consigo perceber como é que, num concerto rock, há pessoas que vão bem lá para a frente e ficam, qual estátuas, imóveis durante 2 horas de concerto. Há coisas que não consigo compreender.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Santos impopulares

Para mim a noite de Santo António foi o mesmo que correr uma maratona. Tudo porque há sempre um esperto que convence a manada de que Alfama é já ali.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Nós por cá

"Com o país mergulhado na miséria e 94% da população sem emprego e a viver da ajuda internacional, os partidários de Mugabe do partido ZANU PF, organizaram no Sábado, dia 28, a festa oficial para celebrar os 85 anos de Robert Mugabe, completados no dia 21.
A cerimónia custou 200 mil euros e contou com um banquete que incluiu 80 vacas, 70 cabras e 12 porcos, 2 mil garrafas de champanhe, 500 de whisky, 8 mil lagostas, 4 mil porções de caviar, 3 mil patos, 16 mil ovos, 3 mil bolos de chocolate, 8 mil caixas de bombons e 1 bolo gigante com 85 quilos
.”


In "Sábado"

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Se eu pudesse...

Erradicava os homenzinhos de fato gasto, gravata às riscas e sapatinhos com berloques, que acham que a idade lhes atribui um posto, que ocupam altos cargos sem que ninguém perceba muito bem como lá chegaram, que dizem piadas (sem piada) das quais os outros se riem por subserviência, que respondem a perguntas concretas com frases filosóficas que não respondem a nada, que nunca estão nas (raras) ocasiões que são precisos, que se acham o máximo quando, na verdade, são ridicularizados, e que me irritam profundamente!
Ai, se eu pudesse...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Constatações LIV

Não consigo disfarçar a irritação que sinto quando sou obrigada a lidar com pessoas eternamente descontentes, do género nunca-nada-está-bem.