Mostrando postagens com marcador Vivências. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vivências. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Constatações LXII

Quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Desabafo

Ao ler uns posts antigos, vi o teu comentário ao texto que, sabes, foi escrito para ti. Fiquei surpreendida. Porquê? Porque é que me escreves quando não tens coragem de me olhar nos olhos? Não é o teu comentário que me vai fazer esquecer a forma (cobarde) como decidiste resolver as coisas. E que muito me magoou. Por isso não me escrevas. Um dia, se me conseguires enfrentar, em vez de fugires, talvez ouça as tuas razões irrazoáveis. Até lá ignoro a tristeza que possas sentir. Porque eu senti-a muito mais.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Constatações LX

Os homens foram formatados para, sempre que perguntam a idade a uma mulher, dizerem aquela frase introdutória: "Eu sei que não se pergunta a idade a uma senhora mas...". É que não há nenhum que não o diga!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Constatações LIX

Já não tenho idade para fazer directas.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

domingo, 26 de outubro de 2008

Todos os dias me aventuro por descobertas e diferentes estados de espírito. Deambulo, perco-me às vezes, redescubro-me a cada novo passo.
Apercebo-me que a vida é engraçada, num instante nos troca o certo pelo incerto sem que tenhamos sequer tempo de nos apercebermos. Um acidente de carro, por exemplo, quase a acontecer. No instante imediato antes do choque vês o que vai suceder de seguida; o cérebro adianta-se três ou quatro segundos e antevês que vais bater. Mas, e pareceria impossível, não bato! Desvio o volante completamente, um, dois segundos antes de acontecer?, e o carro continua a patinar. Não sei se vou bater noutro lado qualquer, mas não no sítio que antevi, isso é certo. E de repente ele pára. O carro pára e não bati em nada nem ninguém. As pessoas assomadas às portas, à espera do choque, detêm-se uns segundos e seguem; consigo sentir o seu desapontamento no olhar porque nada de verdadeiramente emocionante aconteceu.
E o certo que era ter batido não o foi. Uma fracção de segundos. Uma fracção de segundos que iria mudar-me o humor, certamente, fazer baixar o saldo bancário (meeddooo), que iria levar-me a proferir um monte de palavrões impronunciáveis a maldizer a minha sorte acabou por não acontecer. Pelo menos da forma como já tinha por certa. Afinal, uma fracção de segundos que terminou com uma serenidade imprópria para o momento e uma sensação de gratidão.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Constatações LIII

As notícias muito más caem como se de bombas se tratassem deixando, à sua volta, um vazio cinzento e frio. Por muito que vivamos, em anos ou experiência, há coisas que jamais estamos preparados para ouvir.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Para ti

Guardo as nossas conversas em caixinhas de cartão tentando, a todo o custo, que os dias não as apaguem.
Guardo a tua voz em cantinhos da memória, resquícios de momentos intemporais que, no entanto, já passaram.
Guardo as mensagens que me envias, triviais, como se de pequenos tesouros se tratassem.
Guardo o teu riso nos meus risos.
Guardo as nossas pequenas (grandes) entregas em lençóis imaginários que, juntos, criamos.
Guardo os abraços que me dás, fazendo-os perdurar à noite, (que se desvanecem com o nascer dos dias).
Guardo-te.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Constatações LII

Chega a ser perturbante a facilidade com que algumas pessoas se esquecem quem foram, de onde vieram.