(Não sei como conseguiria viver sem ti)
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sábado, 12 de junho de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Da tua ausência
Ter-te ausente é acordar e adormecer com um vazio ao lado. É sentir-te a falta nas conversas, nas viagens, nos momentos de solidão, nas músicas, nas compras. É imaginar-te o sorriso e o abraço. É querer pousar a cabeça no teu colo. É antever-te. É contar os dias ansiosamente. É beijar-te. É saber que está tudo bem mas que não está tudo. É acreditar que foste feito para mim.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de maio de 2009
Feeling
E o que me dás a ler é tão bonito, tão imensamente bonito, intenso e tão teu, que me revezo entre o riso não rido (o que se traduz apenas num sorriso) e o choro contido (que se traduz apenas num olhar marejado).
Leio-o com sofreguidão na pressa de saber o que virá depois.
E sinto um orgulho imenso, misturado com vontade de chorar e de rir e de te apertar num querer apertado e de te dizer que tudo vai correr bem.
Porque só pode correr bem.
Leio-o com sofreguidão na pressa de saber o que virá depois.
E sinto um orgulho imenso, misturado com vontade de chorar e de rir e de te apertar num querer apertado e de te dizer que tudo vai correr bem.
Porque só pode correr bem.
quinta-feira, 19 de março de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Constatações LXVI
Recebi um presente perfeito! Não por ser mais uma coisa a acrescentar à minha lista (quase interminável) de coisas, mas por ser algo pela qual sou completamente apaixonada. E porque foi inesperado e querido e procurado à minha medida. (Imagino-te o prazer na busca, a ansiedade, boa, de me quereres agradar.)
No fundo, adorei este presente porque foi outra forma que encontraste, tão bonita, tão simples, de dizeres que me amas.
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