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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Muse


Quem ontem assistiu ao concerto de Muse (que, até há mais dúzia de anos era uma banda pouco conhecida em Portugal), considerou-o excelente, esfusiante, cheguei mesmo a ouvir alguém descrevê-lo como épico. Infelizmente ainda não consegui ver nenhum concerto deles, mas acredito que ainda vou ter esse privilégio.
A revista Rolling Stone considerou que Muse, ultrapassando os U2, é actualmente a banda com o melhor espectáculo ao vivo, algo que considero justo (afinal U2 é muito mais comercial, pop, sendo-lhe bastante mais fácil agradar a gregos e troianos). Além disso, eles são apenas três, e fazem um rock nada simplista, misturado com música clássica e electrónica. A acrescer a tudo isto temos a voz potente e rara de Matthew Bellamy, a cereja em cima do bolo.
Just love it.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Foge Foge Bandido


Fã confessa dos extintos Ornatos Violeta (ai, que saudades que tenho!), não acolhi de braços abertos o mais recente projecto de Manel Cruz (uma voz fantástica e, acho que foi a Mis do Piece by Piece que o escreveu, um dos mais giros feios giros que conheço).
No entanto, acho que se pode aplicar ao Foge Foge Bandido aquela frase de Pessoa que diz que primeiro se estranha e depois... depois vocês já sabem. É diferente, irreverente, acutilante, abusador. Por isso, actualmente em fase de penitência (como pude não adorar logo à primeira? Perdoa-me Manel, que não voltarei a pecar) anda a rodar ininterruptamente nos meus phones. E que bem que sabe.

quarta-feira, 17 de março de 2010

quinta-feira, 3 de setembro de 2009


No âmbito da Expo’ 98, Manuela Azevedo convidou Sérgio Godinho para um espectáculo conjunto. Em 99 deram mais três concertos no Teatro Rivoli, no Porto, onde foram gravados os temas inclusos neste cd que, entretanto, só foi editado em 2001.
Constituído por temas de Clã, Sérgio Godinho, uma música de Astor Piazolla e outra de Arnaldo Antunes e Gilberto Gil, com arranjos inovadores de Hélder Gonçalves, este é um álbum muito, mas muito bonito.
Na altura, afirmou Sérgio Godinho: “Com a Manuela, com o Hélder, com os Clã, com o Salgueiro, reencontrei o prazer de mergulhar no desconhecido das minhas canções, no reconhecido das canções deles, no conhecimento comum das canções dos outros. Ensaiámos à tarde, ensaiámos à noite. Pelo meio fomos jantar. E depois, até amanhã. Tudo muito simples, portanto. Assim fosse o mundo”.
Intemporal.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Afinidades

Conheço (ainda) apenas estes dois álbuns, de 1999 e 2000. Zeca Baleiro é o nome artístico de José Ribamar Coelho Santos (nascido em Arari, em 11 de Abril de 1966), cujo apelido advém do facto de estar sempre a comer rebuçados (em brasileiro, balas).
A sua música (tem melodias lindas) é uma mistura de ritmos tradicionais brasileiros (samba, pagode baião), rock pop e electrónica. As letras são simples, poéticas, directas, cruas.
Zeca Baleiro escreve muito, muito bem e canta ainda melhor. Um mimo.





(Vale a pena passar no site - http://www2.uol.com.br/zecabaleiro/ -seleccionar a Juke Box e espreitar os álbuns)

sábado, 30 de maio de 2009

Surpresas


Para ouvir e voltar a ouvir e voltar a ouvir

e voltar a ouvir e voltar a ouvir e voltar a ouvir.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Banda sonora da semana





WIM

MERTENS

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

(...) A cidade está deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura
Ora amarga! Ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doença
Quando nele julgamos ver a nossa cura.



Ornatos Violeta in "Ouvi dizer"

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Amor & Sexo

(…) Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...

Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...

RITA LEE

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O dia depois de hoje

Sem sabermos,
A cidade parou,
Uma noite,
Que afinal não chegou.
E tu como um livro,
No branco das páginas
E eu a ler-te nas lágrimas,
Que a manhã acordou.
Sem sabermos,
Inventámos a dor.
(...)
Sem saberes,
Escrevemos as ruas,
Uma sombra,
Desfazendo-se em duas.
E tu como um filme,
Na vertigem da morte
Eu aqui nesta sorte.

Pedro Abrunhosa in "Luz" (2007)