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terça-feira, 13 de julho de 2010

E ainda a propósito do post anterior



(Se calhar as manias passavam)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Nervos, muitos nervos!


O ser humano erra, é-lhe natural. Não tão natural é saber que se errou e não corrigir o erro, quando isso é possível. Pior ainda é não fazê-lo para que os outros não se apercebam do erro (grosseiro, no caso), a ver se, de fininho, a coisa passa. Isso já é incompetência.

Na situação concreta o erro não me afecta, mas conheço-o, e não posso fazer nada para o reparar. E isso irrita-me muito, não tanto por nada poder fazer, mas principalmente porque quem pode não quer. É chato, dá trabalho, o que é que os outros iam pensar?

Infelizmente cada vez mais me apercebo que este tipo de incompetência é premiado, o que faz com que quem premeia seja o incompetente dos incompetentes. E eles são muitos e andam aí.

E agora não me ocorre mais nada mas já me sinto melhor. Adaptando uma das frases de Caco Antibes que dizia, com muita graça, detestar gente pobre, afirmo com profunda convicção que detesto gente burra. Não aquela que simplesmente o é, mas aquela que assim se quer manter.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Não havia nechechidade... Zzz zzz


Irritam-me sobremaneira as reportagens que têm vindo a passar em crescendo no canal estatal português. Sejam elas sobre a pobreza ou o bullying (que, Eureka, é tratado como um fenómeno novo quando existe desde sempre), a crise ou (ainda) as derrocadas da Madeira, como se já não bastasse a tristeza e angústia associada aos temas abordados, colocam-lhe ainda uma musiquinha de fundo de fazer chorar as pedras da calçada, a apelar à lagrimazinha do povo que, confortavelmente sentado no sofázinho comprado na Moviflor, vai dizendo Que pena, Não sei onde isto vai parar, Coitadinho, com os olhos marejados porque, qual filme, a música potencia sentimentos de pena e compaixão.
Mas será que não basta a verdade crua da realidade? Não será isso só por si emocional quanto baste?