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terça-feira, 24 de agosto de 2010

O que é que há em comum entre Conan O'Brien e Marco Paulo?


Devido às, presumo, algumas plásticas e vários tratamentos de rosto, alguns mesmo bastante apanascados, parecem-me bonecos usados pelos ventríloquos.

terça-feira, 25 de maio de 2010

XV Gala dos Globos de Ouro


No Domingo lá tivemos mais uma galita. Muito resumidamente direi que foi uma valente cagada, fraquinha, fraquinha. A salvá-la esteve o queridíssimo Artur Agostinho, cujo discurso emocionou grande parte da plateia e a mim também.
Mas como o que realmente interessa são os vestidinhos, aqui vai:


A vestir em caso algum, nunca, jamais: 


Vanessa Palma


Rita Ferro Rodrigues


Sofia Escobar


Paula Taborda


Florbela Queirós



Lindos (uns mais do que outros), mas sempre usáveis:


 
Cláudia Vieira


Francisca Pinto Ribeiro


Ana Mesquita


Raquel Strada


Daniela Ruah


segunda-feira, 8 de março de 2010

E porque esta foi noite de Óscares

É óbvio que uma mulher tem de falar de vestidinhos. Então é assim:


Frio, assim que a modos quase congelado:


GABUOREY SIDIBE
(Não me critiquem que vim aqui parar por acaso)




MAGGIE GILLENHAAL
(Brasil, lálálálálálá, Brasil)




ZOE SALDANA
(My name is Pindérica. Zoe Pindérica)




MARIAH CAREY
(Nota da autora: nada a dizer)


Nem aquece nem arrefece:


KATE WINSLET
(Podia estar um pouco menos deslavada, mas há pior)


KATHRYN BIGELOW
(Estou bem mais gira que a actual do meu ex)


Quente:


DEMI MOORE
(Não me trocava por duas de 25)


CAMERON DIAZ
(Resmas, paletes de bom gosto)


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Crónica dos Medos


A minha preocupação vai aumentando, galopantemente, à medida que se aproximam os dias compridos de Verão. Não é que não goste dessa estação fresca e viçosa como só ela o é. O grande problema é que com o Verão chegam também esses especimens tão estranhos quanto familiares, os nossos maravilhosos emigrantes.
(Não tenho nada contra os emigrantes propriamente ditos, gente corajosa que se aventura à procura de uma vida melhor. Aliás, eu própria sou um projecto de emigrante, só não o sendo verdadeiramente porque não calhou. Tivesse-me sido dada a oportunidade e seria eu uma orgulhosa emigrante portuguesa, concerteza.)
O busílis da questão prende-se com os hábitos que os emigrantes adquirem no seu mais recente habitat (sim, porque quando eles partiram não podiam ser assim! Não, não eram assim). Há qualquer coisa nos novos ares que lhes entra pela mioleira, eles vão interiorizando aquilo e depois apresentam-se-nos (lá está, no Verão) em termos que não lembram a ninguém.
A mulher emigrante, tipicamente encorpada, fez uma permanente apertada no cabelo oxigenado, mas deixando sempre umas raízes escuras, talvez para não se esquecer de quem um dia foi. Pinta as unhas de rosa choque mas, tendo eventualmente necessidade de provar que é uma verdadeira emigrante, e não uma dondoca aburguesada, deixa o verniz descascar, mostrando assim lascas de unha por pintar. Usa roupas em tons amarelo, verde alface, laranja e, quando a ocasião o exige, um dourado discreto. Deu aos filhos o nome de Linda Vanessa e António José, mas trata-os carinhosamente por Vavá e Toni.
O homem emigrante, assim que chega à terra, vai pousar a sua barrigona na mesa da tasca do Ti João e, entre uns cachaços e uma salada de polvo, vai contando aos amigos peripécias e novidades do estrangeiro, trocando com eles as mais recentes piadas onde conseguem encaixar as mulheres.
As manchas de suor alastram na camisa branca riscada de vermelho (ah, o meu Benfica qualquer dia ainda me mata do coração!!) e os seus parcos cabelos foram milimetricamente penteados e enlacados, da esquerda para a direita, numa tentativa totalmente falhada de disfarçar a careca, coisa, alias, que só o próprio é que parece não perceber.
Multiplique-se agora esta amostra por dúzias de famílias que chegam atulhadas de malas e saudades e sotaques e novidades e compreenda-se este meu temor crescente.
Ai, o Verão está mesmo aí.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Constatações LXXVIII

Muito se tem escrito, nomeadamente pelos blogs, sobre o Cristiano Ronaldo. A maior parte dos textos que tenho lido são verdadeiros atestados críticos ao jogador, com muito bota abaixismo. E são também escritos por homens, o que me leva a concluir que há muita invejazinha por aí. Aliás, parece-me que o Ronaldo personifica o que quem escreve esses textos sonhava que ia ser, quando fosse grande. É assim a vida meus caros, não calha a todos! Mas bom bom seria, em vez de destilarem fel, resolverem essas frustrações reprimidas. Iriam sentir-se muito melhor.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Notas sobre os Globos de Ouro

1. Não percebo como Bárbara Guimarães (linda na maior parte da gala) usou aquele vestido dourado horroroso, a fazer lembrar aqueles cortinados pesadíssimos que já só existem nas casas de novos-ricos sem qualquer ponta de bom gosto.


2. Merecidíssimo o globo para Nuno Lopes (na categoria de melhor actor), que considero o melhor actor português da actualidade.


3. É um erro usar-se, neste tipo de ocasião, a cor da moda (que, por sinal, este ano é o azul): montes de cromos repetidos foi o que se viu.


4. Os irmãos Guedes são rapazes muito bonitos até abrirem a boca. Não posso com gente que quer ser engraçada sem ter piada nenhuma.


5. António Feio protagonizou um dos grandes momentos da noite ao agradecer ao seu pâncreas (para quem não sabe, ele tem um cancro no pâncreas) o facto de receber convites para tudo e mais alguma coisa, nomeadamente, nas suas palavras, para participar nos Globos de Ouro.