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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Da série: Os filmes da minha vida


Comédia
EUA, 1999
Realizador: Spike Jonze
Elenco: Brad Pitt, Cameron Diaz, Catherine Keener, Charlie Sheen, Jonh Cusack, John Malkovich, Sean Penn

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Amália


Amália, divã do fado, de que não sou grande apreciadora (talvez por não gostar do sentimento triste de saudade que lhe está associado) foi, se o filme lhe fez um retrato fiável, uma grande mulher.

Nunca teve uma vida fácil, crescendo com a distância e o desprezo da mãe, mas foi uma mulher de garra que cantava por verdadeira paixão.

Penso que terá sido pelo orgulho de ser portuguesa e o amor ao país que nunca se mundializou.

Entre a pele eriçada e as lágrimas que quase me cairam retive principalmente a sensação de força e muita garra da fadista.

Acho que foi uma mulher que viveu. E só por isso fiquei a admirá-la.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Resolução

Da próxima vez que quiser ver uma comédia e deixar-me levar pela crítica de jornais ou revistas lembrar-me que: onde se diz hilariante deverei ler com alguma piada (por vezes); onde se diz imperdível deverei ler nada de mais; onde se diz uma das melhores comédias do ano deverei ler se fosse mesmo bom já tinha ouvido falar, não?

terça-feira, 28 de outubro de 2008

"Tudo o que perdemos"

Realização: Susanne Bier

Ano: 2007

Intérpretes: Halle Berry, Benicio Del Toro, David Duchovny

Como se consegue lidar com a morte de alguém que nos é demasiado próximo? Será este, talvez, o mote para este filme que aborda também a dependência da heroína e as várias facetas de cada ser humano.
Benicio Del Toro faz com que cada cena em que aparece se transforme numa pequenina obra-prima.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Adrift in Manhattan

Integrando a selecção oficial do Sundance Film Festival 2007, este filme baseia-se na vida de três personagens, pessoas solitárias em grandes cidades, cujas vidas, por caminhos travessos, se ligam.
Alfredo De Villa, o realizador, proporcionou-me um dos mais bonitos filmes que vi nos últimos tempos, de uma simplicidade sabiamente maravilhosa, em que por vezes não resisti a fechar os olhos para me deter na lindíssima banda sonora.
Imperdível. Mesmo.