sexta-feira, 30 de julho de 2010
R.I.P.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Ensinamentos do Mundial
Ontem o meu homem, enquanto via a final do Mundial, ia dizendo que seca, quando não estava a espernear ou a praguejar. Respondi-lhe às tantas que estes jogos eram quase sempre uma seca: além de demasiado tácticos os jogadores não arriscam, pelo que se tornam jogos de paciência. Ele anuiu, o que me fez sentir uma sábia na matéria.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
R.I.P.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Rapidinhas
segunda-feira, 29 de março de 2010
Constatações XCVIII
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Perguntinha
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
O mundo da moda está mais pobre
Curtas
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Intromissões
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Ainda????
Com o dedo da Igreja (que sabe que o assunto for referendado nunca vai passar) e a ignorância, fé e preconceito dos assinantes, esses embaixadores da moral, decência e dos bons costumes, continua a atiçar-se uma fogueira que devia há muito estar em cinzas.
Com os tantos problemas que atravessam a sociedade, com as grandes dificuldades do país, ou seja, com tantas questões sérias e bem mais importantes para debater (e, porque não, para referendar?), perde-se tempo com mesquinhices pré-históricas, descabidas e, acredito, inconsequentes.
E que tal se arranjassem uma vidinha, não dava um certo jeito?
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Venham mais cinco
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Vão mas é trabalhar!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Saramaguices
(…) “Antes, na criação do Universo, Deus não fez nada. Depois, decidiu criar o Universo, não se sabe porquê, nem para quê. Fê-lo em seis dias, apenas seis dias. Descansou ao sétimo. Até hoje! Nunca mais fez nada! Isto tem algum sentido?”
«Deus só existe na nossa cabeça, é o único lugar em que nós podemos confrontar-nos com a ideia de Deus. É isso que tenho feito, na parte que me toca».
Agora são as declarações de Saramago que são objecto da mais recente discussão nacional (gosto especialmente da primeira que transcrevi, é mesmo muito boa). E são essas declarações que me levaram a escrever este post, embora o tema já me sobrevoasse há muito.
Não acredito em Deus e tenho dificuldades em aceitar que pessoas interessadas, informadas, cultas – porque não – possam não duvidar da sua existência.
Acho que teria perto de 20 anos quando comecei a aceitar a ideia de não acreditar em Deus. Não porque nunca tivesse pensado nisso até então, mas sim porque não me deixava sequer pensá-lo. Sentia medo. De ir para o inferno, de Deus me voltar as costas por ousar duvidar da sua existência (penso que é demonstrativo de como muita gente foi educada).
Não acredito em Deus, pelo menos naquele que a Igreja nos impingiu. Acho que, simplesmente, é muito mais cómodo para a maioria dos Homens acreditar que há uma força que os guia ou ampara, em comparação com a triste realidade de se saber que tudo depende exclusivamente de nós.
O Saramago não acredita em Deus. Eu também não. Isso fará de nós piores pessoas?
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Haja paciência
Ora, não percebo o porquê de tanta algazarra. Parece-me ser um vir ao de cima do sentimento de inferioridade que ainda acredito sofrer-se no país, país esse que adora rir de tudo e de todos. Agora, quando é ao contrário, a música já é outra.
E aprender a rirmo-nos de nós próprios, não?
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
What??
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Amália amanhã
De onde concluo que as demonstrações de saudades e veneração vêm fatiadas à década.
Estranha forma de vida.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Aguerrido?


